quarta-feira, 31 de agosto de 2016

“Pensam que nos venceram, mas estão enganados”, afirma Dilma

Foto PT
Presidenta faz pronunciamento após aprovação do golpe e garante: “Haverá a mais firme, incansável e enérgica oposição que um governo golpista pode sofrer

Presidenta eleita Dilma Rousseff falou ao povo brasileiro nesta quarta-feira (31), após decisão do Senado que cassa seu mandato. Ela destacou, entre outros pontos, que não foi só um golpe contra ela, mas contra os direitos trabalhistas, o direito à moradia e a terra, direto a educação, saúde e cultura, direito dos jovens protagonizarem sua história, direitos dos negros, indígenas, mulheres, e LGBTs.

“Haverá contra eles a mais firme, incansável e enérgica oposição que um governo golpista pode sofrer”, afirmou Dilma. E disse ainda que “futuras gerações de brasileiras saberão que, na primeira vez que uma mulher assumiu a Presidência do Brasil, a machismo e a misoginia mostraram suas feias faces”.

Leia abaixo na íntegra o pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff após aprovação do golpe parlamentar.

Ao cumprimentar o ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva, cumprimento todos os senadoras e senadores, deputadas e deputados, presidentes de partido, as lideranças dos movimentos sociais. Mulheres e homens de meu País.

Hoje, o Senado Federal tomou uma decisão que entra para a história das grandes injustiças. Os senadores que votaram pelo impeachment escolheram rasgar a Constituição Federal. Decidiram pela interrupção do mandato de uma Presidenta que não cometeu crime de responsabilidade. Condenaram uma inocente e consumaram um golpe parlamentar.

Com a aprovação do meu afastamento definitivo, políticos que buscam desesperadamente escapar do braço da Justiça tomarão o poder unidos aos derrotados nas últimas quatro eleições. Não ascendem ao governo pelo voto direto, como eu e Lula fizemos em 2002, 2006, 2010 e 2014. Apropriam-se do poder por meio de um golpe de Estado.

É o segundo golpe de estado que enfrento na vida. O primeiro, o golpe militar, apoiado na truculência das armas, da repressão e da tortura, me atingiu quando era uma jovem militante. O segundo, o golpe parlamentar desfechado hoje por meio de uma farsa jurídica, me derruba do cargo para o qual fui eleita pelo povo.

É uma inequívoca eleição indireta, em que 61 senadores substituem a vontade expressa por 54,5 milhões de votos. É uma fraude, contra a qual ainda vamos recorrer em todas as instâncias possíveis.

Causa espanto que a maior ação contra a corrupção da nossa história, propiciada por ações desenvolvidas e leis criadas a partir de 2003 e aprofundadas em meu governo, leve justamente ao poder um grupo de corruptos investigados.
O projeto nacional progressista, inclusivo e democrático que represento está sendo interrompido por uma poderosa força conservadora e reacionária, com o apoio de uma imprensa facciosa e venal. Vão capturar as instituições do Estado para colocá-las a serviço do mais radical liberalismo econômico e do retrocesso social.

Acabam de derrubar a primeira mulher presidenta do Brasil, sem que haja qualquer justificativa constitucional para este impeachment.

Mas o golpe não foi cometido apenas contra mim e contra o meu partido. Isto foi apenas o começo. O golpe vai atingir indistintamente qualquer organização política progressista e democrática.

O golpe é contra os movimentos sociais e sindicais e contra os que lutam por direitos em todas as suas acepções: direito ao trabalho e à proteção de leis trabalhistas; direito a uma aposentadoria justa; direito à moradia e à terra; direito à educação, à saúde e à cultura; direito aos jovens de protagonizarem sua história; direitos dos negros, dos indígenas, da população LGBT, das mulheres; direito de se manifestar sem ser reprimido.

O golpe é contra o povo e contra a Nação. O golpe é misógino. O golpe é homofóbico. O golpe é racista. É a imposição da cultura da intolerância, do preconceito, da violência.

Peço às brasileiras e aos brasileiros que me ouçam. Falo aos mais de 54 milhões que votaram em mim em 2014. Falo aos 110 milhões que avalizaram a eleição direta como forma de escolha dos presidentes.

Falo principalmente aos brasileiros que, durante meu governo, superaram a miséria, realizaram o sonho da casa própria, começaram a receber atendimento médico, entraram na universidade e deixaram de ser invisíveis aos olhos da Nação, passando a ter direitos que sempre lhes foram negados.

A descrença e a mágoa que nos atingem em momentos como esse são péssimas conselheiras. Não desistam da luta.

Ouçam bem: eles pensam que nos venceram, mas estão enganados. Sei que todos vamos lutar. Haverá contra eles a mais firme, incansável e enérgica oposição que um governo golpista pode sofrer.

Quando o Presidente Lula foi eleito pela primeira vez, em 2003, chegamos ao governo cantando juntos que ninguém devia ter medo de ser feliz. Por mais de 13 anos, realizamos com sucesso um projeto que promoveu a maior inclusão social e redução de desigualdades da história de nosso País.

Esta história não acaba assim. Estou certa que a interrupção deste processo pelo golpe de estado não é definitiva. Nós voltaremos. Voltaremos para continuar nossa jornada rumo a um Brasil em que o povo é soberano.

Espero que saibamos nos unir em defesa de causas comuns a todos os progressistas, independentemente de filiação partidária ou posição política. Proponho que lutemos, todos juntos, contra o retrocesso, contra a agenda conservadora, contra a extinção de direitos, pela soberania nacional e pelo restabelecimento pleno da democracia.

Saio da Presidência como entrei: sem ter incorrido em qualquer ato ilícito; sem ter traído qualquer de meus compromissos; com dignidade e carregando no peito o mesmo amor e admiração pelas brasileiras e brasileiros e a mesma vontade de continuar lutando pelo Brasil.

Eu vivi a minha verdade. Dei o melhor de minha capacidade. Não fugi de minhas responsabilidades. Me emocionei com o sofrimento humano, me comovi na luta contra a miséria e a fome, combati a desigualdade.

Travei bons combates. Perdi alguns, venci muitos e, neste momento, me inspiro em Darcy Ribeiro para dizer: não gostaria de estar no lugar dos que se julgam vencedores. A história será implacável com eles.

Às mulheres brasileiras, que me cobriram de flores e de carinho, peço que acreditem que vocês podem. As futuras gerações de brasileiras saberão que, na primeira vez que uma mulher assumiu a Presidência do Brasil, a machismo e a misoginia mostraram suas feias faces. Abrimos um caminho de mão única em direção à igualdade de gênero. Nada nos fará recuar.

Neste momento, não direi adeus a vocês. Tenho certeza de que posso dizer “até daqui a pouco”.

Encerro compartilhando com vocês um belíssimo alento do poeta russo Maiakovski:
‘Não estamos alegres, é certo,
Mas também por que razão haveríamos de ficar tristes?
O mar da história é agitado
As ameaças e as guerras, haveremos de atravessá-las,
Rompê-las ao meio,
Cortando-as
Como uma quilha corta as ondas.”

Um carinhoso abraço a todo povo brasileiro, que compartilha comigo a crença na democracia e o sonho da justiça.”

Fonte: Portal do PT/RS

Escola Porto Alegre é homenageada pelos seus 21 anos de atuação

Foto Guilherme Almeida/CMPA
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Porto Alegre (EPA) foi homenageada no período de Comunicações Temáticas da sessão ordinária da Câmara Municipal de Porto Alegre nesta quarta-feira (31/8) pelos 21 anos de fundação completados ontem. A EPA atende jovens e adultos em vulnerabilidade social oferecendo estudo e atividades de recreação.

A vereadora Sofia Cavedon (PT), autora da iniciativa, falou em nome da Mesa Diretora da Casa para parabenizar a Escola “por achar um destino para quem havia perdido o rumo depois de ter saído de casa pelos mais variados motivos”. A EPA possui uma metodologia “essencial, especial e voltada para as pessoas em situação de rua” e adequou seu currículo com espaços de aprendizagem sobre jardinagem, informática e reciclagem. “Ela tem sido a ponte para a saída da rua de muitas alunas e alunos, por isso essa Câmara respeita e aprova vocês” afirmou Sofia, aos professores e alunos presentes no Plenário Ana Terra.

Foto Rozane Dalsasso
A diretora da Escola, Jacqueline Junker, agradeceu a homenagem e a acolhida recebida na luta pela sobrevivência do EPA em novembro de 2014 quando a Prefeitura informou que a Escola seria fechada para a abertura de uma creche. “Apesar de o governo municipal considerar a escola descartável, a sociedade civil, a Câmara e outras instituições lutaram para mantê-la aberta”. A diretora salientou que graças a uma ordem judicial que declarou que a EPA deve manter sua identidade e territorialidade que ela não foi fechada. “A Justiça fez justiça”, ponderou Jacqueline, ao salientar que todos que passaram pela instituição nestes 21 anos tinham um ponto em comum: lutar pela justiça social e por igualdade. "É só isso que os estudantes querem. Nós, professores, saímos de lá diferentes todos os dias porque aprendemos a olhar uma cidade que ainda não conhecíamos”, encerrou.

Também representando a Escola na Mesa, o aluno Rodrigo Collares e  o professor Renato Farias dos Santos.

Fonte: Portal da CMPA.

Veja também:
- Audiência Pública debate o fechamento da Escola Porto Alegre
- Frente Parlamentar da Situação de Rua: EPA resiste!

Frente Gaúcha “Escola sem Mordaça” é lançada em Porto Alegre

Foto Equipe Gabinete
Que homens e que mulheres queremos formar? São homens e mulheres libertários, sem preconceito, que querem justiça social, ou são homens e mulheres que defendem uma sociedade profundamente desigual? Este foi um dos temas que abordamos no Lançamento da Frente Gaúcha Escola Sem Mordaça, na Faced/UFRGS. Sofia Cavedon

Nesta quarta-feira (31) foi lançada a Frente Gaúcha Escola sem Mordaça, com a participação de diversos movimentos, entidades e coletivos engajados na defesa da educação pública, da pluralidade de ideias e da liberdade de expressão. O lançamento ocorreu no Auditório da Faculdade de Educação (Faced) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), em Porto Alegre.

Foto Maia Rubim/Sul21
O auditório lotou com a presença de mais de duzentas pessoas, entre estudantes, docentes, técnicos, profissionais de diferentes áreas, representantes de sindicatos e centrais sindicais, de coletivos de juventude e de defesa dos direitos LGBTTs, de moradores de rua, de movimentos de luta pela moradia e de partidos que apoiam a causa da “Escola sem Mordaça”. A reunião foi coordenada pela docente Russel Dutra da Rosa e pelas entidades que compõem a “Frente/UFRGS Escola sem Mordaça”. A docente Simone Valdete dos Santos, diretora da Faced, representou o Reitor da Ufrgs, saudando os presentes, a fundação da Frente Gaúcha e as finalidades desta.

A Frente Gaúcha Escola sem Mordaça adere à Frente Nacional Escola sem Mordaça, que propõe o arquivamento do Projeto de Lei nº 7.180/2014 (e demais projetos a ele apensados) e do Projeto de Lei do Senado nº 193/2016. Esses projetos, que tramitam na Câmara e no Senado, pretendem incluir, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o programa do movimento “Escola sem Partido”, assim como Projeto de Lei 190/2015, que institui esse programa no âmbito do sistema estadual de ensino.

Diversas falas dos participantes da reunião denunciaram o caráter antidemocrático e anticonstitucional desses projetos, que tentam cercear o debate nas salas de aula e intimidar os professores e estudantes, incentivando a delação anônima por estudantes e familiares e a coação por meio de notificações extrajudiciais. Também foi lembrado que os ataques mais recentes à democracia repercutem na escola e na universidade, incentivando as manifestações de intolerância por parte de grupos conservadores que tentam calar a voz dos setores oprimidos da sociedade.

Foto Equipe Gabinete
Alguns dos presentes apontaram, contudo, que arquivar esses projetos não é suficiente para garantir a liberdade e pluralidade de ideias na sala de aula. É preciso enfrentar o racismo, o machismo, a homofobia, e todos os preconceitos que se expressam na escola como em várias outras instâncias da sociedade.

A docente Elisabete Búrigo, representando a Seção Sindical do ANDES-SN na Ufrgs, saudou o lançamento da Frente Gaúcha, e lembrou que o Sindicato Nacional defende a autonomia pedagógica das escolas. “Esse princípio, inscrito na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, vem sendo afrontado pelas avaliações externas que tentam padronizar o ensino. O papel do Estado não é o de dizer o que os professores devem ensinar, mas é o de garantir as condições para que as escolas possam colocar em prática os projetos construídos pelas comunidades escolares”, afirmou a docente.

Leia a íntegra do Manifesto da Frente Gaúcha Escola sem Mordaça

Fonte: Portal da ANDES-SN

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Comunidade teme fechamento de Escola Aberta da Vila Cruzeiro do Sul

Foto Equipe Gabinete
A vereadora Sofia Cavedon (PT) acompanhou a audiência pública na manhã desta terça-feira (30/8) na Assembleia Legislativa em defesa da Escola Aberta Cruzeiro do Sul. "Estamos do lado dos nossos adolescentes, que se encontram em situação de vulnerabilidade social e que precisam desta escola! Com currículo flexível, matrículas ano inteiro, trabalho educativo, acolhe alunos de situação rua, de abrigagem na comunidade da Cruzeiro, como a Escola Porto Alegre (EPA) que resiste no centro", enfatiza  Sofia.

Audiência teve presença de representantes do governo, FASE e comunidade escolar

Por Olga Arnt | Agência de Notícias/AL

Professores e alunos da Escola Estadual de Ensino Fundamental da Vila Cruzeiro do Sul – Escola Aberta estão apreensivos com a possibilidade de fechamento da instituição, que funciona no prédio do Centro de Convivência e Profissionalização (Ceconp) da Fundação de Atendimento Sócio-educativo (FASE). Eles participaram hoje (30) pela manhã da audiência pública da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia, requerida pelo deputado Altemir Tortelli (PT), para tratar do tema. “Fomos alertados pela comunidade, visitamos a instituição e, diante do relevante papel social cumprido pela Escola Aberta na proteção de crianças e adolescente em situação de risco, estamos empenhados em colaborar na construção de uma solução que leve em conta as necessidades desta população”, justificou o parlamentar.

Foto Equipe Gabinete
A diretora da Escola Aberta, Gisele de Oliveira, revelou que foi informada na 1ª Coordenadoria de Educação que o estabelecimento seria fechado. “Fui informada que a escola seria fechada, e os estudantes seriam remanejados para escolas do entorno. Não há a menor possibilidade de que isso aconteça, pois nossos estudantes não circulam livremente na vila em virtude da disputa entre facções. A Escola Aberta é a proteção e a prevenção para estas crianças. Fechá-la só aumentará a evasão”, advertiu.

O fechamento da escola, no entanto, foi contestado pela secretária-adjunta da Educação, Iara Wortmann. “Não existe a possibilidade de fechamento da Escola Aberta, que é um projeto que dá certo. O que está em andamento é um projeto de reforma do prédio e de construção de um centro para a juventude no local”, explicou.

Iara afirmou, ainda, que o governo estuda uma alternativa para que a escola continue funcionando enquanto as obras ocorrerem. Quando à realocação dos alunos em escolas do entorno, ela foi categórica: “não vamos dividir os alunos, pois isso equivale a matar a Escola Aberta”.
Reforma

Foto Reprodução Facebook
O presidente da Fase, Robson Luís Zinn, disse que as atividades no Ceconp da Vila Cruzeiro terão que ser paralisadas para a realização da reforma do prédio, que deverá iniciar no próximo ano. “A reforma é um imperativo. O prédio está com as estruturas elétrica e hidráulica condenadas, o telhado avariado e uma série de outros problemas”, frisou.

Ele revelou também que o prédio deverá abrigar um centro de formação de excelência para adolescentes que cumprem medidas socioeducativas. Para executar o projeto, a Fase conta com US$ 3 milhões, oriundos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

No final da audiência, Tortelli defendeu a abertura de um processo de diálogo entre o governo e a comunidade escolar. “A comunidade não aceita nem o fechamento nem a abertura da escola em outro local. Precisamos construir uma alternativa que inclua a Escola Aberta no projeto de reforma do prédio”, recomendou.

No dia 1º de setembro, as direções da Escola Aberta e da Fase deverão se reunir para discutir o assunto.

Fonte: Portal da AL/RS

domingo, 28 de agosto de 2016

Nesta segunda, todos e todas contra o golpe!!!


Inauguração Comitê Coletivo Sofia, Ariane e Pérola

Foto Marta Resing
Nesta época em que o ódio anda à solta, as mulheres da Democracia Socialista do PT dão exemplo de união e lançam o Comitê Coletivo de suas candidaturas à Câmara Municipal com Raul Pont 13 - Prefeito e Silvana Conti - Vice.

Foto Marta Resing
Confira como foi o ato e passe no Comitê - Av. João Pessoa, 741, e junte-se a a nós.

Porto Alegre-se!

#SofiaCavedon #ArianeLeitao #PeroloSampaio #SempreComAGente #PortoAlegrese #RaulPont13

Confira aqui momentos do Ato.

sábado, 27 de agosto de 2016

Vem com a gente - Porto Alegre-se!

Te convidamos para trazer de volta para Porto Alegre a cidade exemplar que já foi, no respeito à vontade de sua gente, onde os serviços funcionem para todos e todas e sua riqueza promova a cultura, a educação, a moradia, a saúde, a segurança e não mais privilégios só para alguns, como há 16 anos está sendo!

Acompanhe nos nossos perfis e página do Facebook, e no nosso Blog, a nossa trajetória e as nossas atividades.

Acompanhe, participe, compartilhe!
Vem com a gente - Sofia Cavedon 13113 - Vereadora e Raul Pont 13 - Prefeito / Silvana Conti - Vice

Agenda de Mobilização do Final de Semana

Participe, compartilhe, divulgue!!!

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Momentos da inauguração Comitê Sofia Cavedon 13113

Confira aqui momentos da inauguração do Comitê Sofia Cavedon Vereadora e Raul Pont Prefeito!

Lamentamos tantas mortes e exigimos respostas!

Foto Guilherme Almeida/CMPA
Vereadora solicita audiência no MP

No dia de ontem, antes do assassinato de Cristiane Fonseca Fagundes, a vereadora Sofia Cavedon (PT) encaminhou uma solicitação de agenda junto ao Ministério Público do RS para que pais, alunos e ex-alunos das escolas municipais possam levar seus relatos sobre a dramática situação de violência pela qual estão passando, a fim de encontrar saídas conjuntamente.

A escalda da violência que estamos testemunhando em Porto Alegre e no Estado ultrapassou todos os limites. A omissão do Governador Satori nos leva a uma situação de desespero e medo. O caos na área tem colocado em risco a vida de todos nós, fazendo como vítimas preferenciais os moradores da periferia, pobres e anônimos, aos quais presto minha solidariedade, bem como aos familiares da Cristiane. É um cenário incompatível com a cidade que escolhemos para viver, da qual já sentimos tanto orgulho por ser considerada a capital da qualidade de vida. Hoje, infelizmente, é a capital da violência”, lamenta a vereadora.                     
 
Sofia, que é líder da Bancada do PT e da Oposição, está atenta a crise da segurança tendo aprovado na Câmara Municipal de Porto Alegre quatro iniciativas que tem o objetivo de oferecer mais segurança a população porto-alegrense.

Duas das indicações aprovadas sugerem ao Governo do Estado que implante o Cercamento Eletrônico de Porto Alegre e que retome os quatro Territórios de Paz na capital, nos bairros: Lomba do Pinheiro, Restinga, Rubem Berta e Santa Teresa. Este, fundamental para amenizar a morte de tantos jovens que ocorrem em regiões de maior vulnerabilidade social.

Nas outras duas indicações, Sofia sugere que a prefeitura instale, junto ao Centro Integrado de Emergências da Secretaria de Segurança Pública do Estado, células da EPTC, do SAMU e da Guarda Municipal. Também solicita que a EPTC não multe os veículos que avançarem o sinal vermelho, em baixa velocidade, no período noturno, enquanto perdurar a crise da segurança pública na capital.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Artistas e intelectuais estrangeiros divulgam manifesto contra impeachment de Dilma Rousseff

Artistas e intelectuais estrangeiros divulgaram, nesta quarta-feira (24/08), um manifesto em que condenam o impeachment da presidente brasileira, Dilma Rousseff, e defendem a democracia no país. 

Entre os 22 signatários do manifesto estão os escritores e ativistas Noam Chomsky (EUA), Naomi Klein (Canadá), Eve Ensler (EUA), Arundhati Roy (Índia); os atores Danny Glover (EUA), Viggo Mortensen (EUA), Susan Sarandon (EUA), Stephen Fry (Reino Unido); os cineastas Ken Loach (Reino Unido) e Oliver Stone (EUA); e os músicos Tom Morello (EUA) e Brian Eno (Reino Unido), entre outros.

A presidente Dilma Rousseff e o ator norte-americano Danny Glover, um dos signatários do manifesto divulgado nesta quarta-feira

Do Opera Mundi

Eles dizem estar “preocupados com o impeachment de motivação política” de Dilma, que instaurou um governo “não eleito”.

“A base jurídica para o impeachment em curso é amplamente questionável e existem evidências convincentes mostrando que os principais promotores da campanha do impeachment estão tentando remover a presidenta com o objetivo de parar investigações de corrupção nas quais eles próprios estão implicados”, diz o manifesto.

O documento também aborda a questão da falta de representatividade do gabinete do vice-presidente exercendo a Presidência interinamente, Michel Temer. “Lamentamos que o governo interino no Brasil tenha substituído um Ministério diversificado, dirigido pela primeira presidente mulher [do Brasil], por um Ministério composto por homens brancos, em um país onde a maioria se identifica como negros ou pardos”.

“Visto que o Brasil é o quinto país mais populoso do mundo, estes acontecimentos são de grande importância para todos os que se preocupam com igualdade e direitos civis”, afirma o texto.
O manifesto pede que os senadores brasileiros, que votarão no processo de impeachment a partir desta quinta-feira (25/08), “respeitem o processo eleitoral de 2014, quando mais de 100 milhões de pessoas votaram”. “O Brasil emergiu de uma ditadura há apenas 30 anos, e esses eventos podem atrasar o progresso do país em termos de inclusão social e econômica por décadas”, diz o texto.
Os signatários finalizam a declaração alertando para as consequências que o impedimento de Dilma pode ter para a América Latina. “O Brasil é uma grande potência regional e tem a maior economia da América Latina. Se este ataque contra suas instituições democráticas for bem sucedido, as ondas de choque negativas irão reverberar em toda a região”, afirmam.

Na quinta-feira (25/08), o Senado brasileiro retomará as discussões e julgará o impeachment da presidenta. Caso o Senado aprove o impedimento, Dilma será destituída oficialmente do cargo e ficará inelegível por oito anos.

Leia o manifesto na íntegra:

Nos solidarizamos com nossos colegas artistas e com todos aqueles que lutam pela democracia e justiça em todo o Brasil.

Estamos preocupados com o impeachment de motivação política da presidenta, o qual instalou um governo provisório não eleito. A base jurídica para o impeachment em curso é amplamente questionável e existem evidências convincentes mostrando que os principais promotores da campanha do impeachment estão tentando remover a presidenta com o objetivo de parar investigações de corrupção nas quais eles próprios estão implicados.

Lamentamos que o governo interino no Brasil tenha substituído um ministério diversificado, dirigido pela primeira presidente mulher, por um ministério compostos por homens brancos, em um país onde a maioria se identifica como negros ou pardos. Tal governo também eliminou o Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. Visto que o Brasil é o quinto país mais populoso do mundo, estes acontecimentos são de grande importância para todos os que se preocupam com igualdade e direitos civis.

Esperamos que os senadores brasileiros respeitem o processo eleitoral de 2014, quando mais de 100 milhões de pessoas votaram. O Brasil emergiu de uma ditadura há apenas 30 anos, e esses eventos podem atrasar o progresso do país em termos de inclusão social e econômica por décadas. O Brasil é uma grande potência regional e tem a maior economia da América Latina. Se este ataque contra suas instituições democráticas for bem sucedido, as ondas de choque negativas irão reverberar em toda a região.

Tariq Ali – escritor, jornalista e cineasta
Harry Belafonte – ativista, cantor e ator
Noam Chomsky – linguista
Alan Cumming – ator
Frances de la Tour – atriz
Deborah Eisenberg – escritora, atriz e professora
Brian Eno – compositor, cantor e produtor
Eve Ensler – dramaturga
Stephen Fry – ator e diretor
Danny Glover – ator e diretor
Daniel Hunt – produtor musical e cineasta
Naomi Klein – jornalista e escritora
Ken Loach – cineasta
Tom Morello – músico
Viggo Mortensen – ator
Michael Ondaatje – novelista e poeta
Arundhati Roy – escritor e ativista
Susan Sarandon – atriz
John Sayles – roteirista e diretor
Wallace Shawn – ator, dramaturgo e comediante
Oliver Stone – cineasta
Vivienne Westwood – estilista

Fonte: Portal Sul21.

Agenda de Mobilização - Sofia Cavedon Vereadora - 13113

Porto Alegre-se com a gente! 

Nos encontre onde e quando der...

Agenda desta quarta e quinta-feira.

E nesta quinta- 25 – Todos e todas lá no Ato Político de Inauguração do Comitê da Sofia!

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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Simpa promove debate com candidatos à prefeitura

 O Sindicato dos Municipários/asqual o seu compromisso com o servidor e com os serviços públicos de qualidade?”.
de Porto Alegre (Simpa) quer saber dos candidatos e candidata à Prefeitura Municipal “

 Por isso, realiza o debate com candidatos e candidata às eleições de 2016, no dia 1º de setembro - quinta-feira, às 18h30min, no Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa do RS (Praça Marechal Deodoro, 101, Centro). O encontro será público, com lotação máxima de 500 pessoas e duração de 2 horas e 10 minutos.

Confirmaram presença os candidatos Fábio Ostermann (PSL), João Carlos Rodrigues (PMN), Julio Flores (PSTU), Mauricio Dziedricki (PTB), Nelson Marchezan (PSDB), Raul Pont (PT), Sebastião Melo (PMBD) e Luciana Genro (Psol).

 Questões como Plano de Carreira, condições de trabalho, valorização, cargos de confiança, sistema de avaliação dos servidores, gestão autoritária, incluindo corte do ponto dos servidores que participam de mobilizações, entre outras, deverão ser abordadas.

domingo, 21 de agosto de 2016

Agenda de Mobilização - Sofia Cavedon Vereadora - 13113

Porto Alegre-se com a gente! 

Nos encontre onde e quando der...

Agenda desta segunda e terça-feira.

E na quinta- 25 – Todos e todas lá no Ato Político de Inauguração do Comitê da Sofia!

#‎SofiaCavedon‬ ‪#‎EuAbraçoCausasQueAbraçamPessoas‬ ‪#‎SempreComAGente‬ ‪#‎PortoAlegrese‬ ‪#‎RaulPont13‬

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

100 dias de Governo Golpista

Direitos humanos, das mulheres e dos negros: em poucas horas, a desconstrução

Por  Luciano Velleda/RBA

A temática das mulheres, dos direitos humanos, da juventude e dos negros no governo interino de Michel Temer precisou de apenas algumas horas para sofrer um forte revés. No mesmo dia em que o Senado decidiu pela abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, em 12 de maio, Temer mandou rodar uma edição especial do Diário Oficial da União com a nova configuração da esplanada dos ministérios.

Sem delongas, o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos foi extinto, transformado em secretarias sob a aba do Ministério da Justiça. Em poucas horas, uma histórica conquista dos movimentos sociais perdeu protagonismo, importância e voz.

Menos de 30 dias depois, o Ministério da Justiça publicou a Portaria nº 611/2016. Com ela, o governo interino completou o serviço ao engessar as demandas relacionadas à Secretaria Especial de Direitos Humanos. A portaria, assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, em seu Artigo 1º determina: “Ficam suspensas, por noventa dias, as delegações de competência relativas à celebração de contratos, convênios e instrumentos congêneres, a nomeação de servidores, a autorização de repasses de quaisquer valores não contratados, a realização de despesas com diárias e passagens, e a realização de eventos, no âmbito do Ministério da Justiça e Cidadania”.

A decisão esvazia serviços e programas e impede o funcionamento dos órgãos colegiados que reúnem governo e sociedade civil no diálogo para a elaboração de propostas. Ficam sem condições de atuar programas como o de Proteção a Vítimas e Testemunhas, de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte e a Implementação do Sistema Socioeducativo.

O documento deixa de fora dessas restrições as operações e atividades da Força Nacional de Segurança Pública, às ações de preparação e mobilização para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, o cumprimento de decisões judiciais, à execução do orçamento impositivo e a gestão da folha de pagamento de pessoal.

No parágrafo único, a Portaria 611/2016 determina que “a liberação de recursos financeiros para a execução de convênios e instrumentos congêneres ficará condicionada à autorização do Ministro de Estado da Justiça e Cidadania”. A seguir, o Artigo 2º reforça os plenos poderes do ministro – conhecido por seu pouco apreço à cidadania –, ao estabelecer que ele “poderá, durante o período de suspensão, autorizar a realização dos atos referidos no art. 1º”.

Em outras áreas, o governo interino igualmente não demonstra receio em afrontar os direitos humanos. É o caso da nomeação do general Sérgio Etchegoyen para chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Filho do general Leo Etchegoyen, incluído na lista de 377 agentes do Estado responsáveis por crimes durante a ditadura, Sérgio Etchegoyen foi o único general da ativa que criticou publicamente o relatório final da Comissão Nacional da Verdade, apresentado em dezembro de 2014.

Políticas para mulheres

A montagem do primeiro escalão do governo interino sem a presença de mulheres e negros foi, desde o primeiro momento, indício inequívoco do que viria pela frente. Criticado, Michel Temer tentou remendar a situação nomeando a professora Flávia Piovesan para a Secretaria Especial de Direitos Humanos, Silvia Marques para a presidência do BNDES e Fátima Pelaes para a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.

Se Flávia Piovesan, conhecida e respeitada por sua luta na defesa e promoção dos direitos humanos é, para muitos, a pessoa certa no governo errado, Fátima Pelaes é pessoa errada condizente com o governo errado. Ex-deputada federal (PMDB-AP), Fátima é contra a descriminalização do aborto – inclusive em casos de estupro, permitido por lei no Brasil. Evangélica, diz não levantar “bandeiras contrárias aos valores bíblicos”.

Nomeada dias depois do caso de estupro coletivo no Rio de Janeiro, ela viu o governo criar, como reação ao fato que revoltou o país, o Núcleo de Proteção à Mulher fora da estrutura da secretaria que comanda. Um sinal do esvaziamento da pasta, apesar de a secretária ser integrante do grupo.
Reflexos desse contexto desfavorável já são visíveis: o Prêmio Construindo Igualdade de Gênero ainda não teve inscrições abertas e está fora do cronograma; o Programa Pró-equidade de Gênero e Raça igualmente está sem cronograma; convênios foram cancelados por total desconhecimento dos encaminhamentos que deveriam ter sido feitos; a implementação das Diretrizes Nacionais para enfrentar o Feminicídio (que vai além da segurança pública) não tem o acompanhamento do governo federal, além da ausência de monitoramento e acompanhamento da Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.

Igualdade Racial

A extinção do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos e a incorporação das competências da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) ao Ministério da Justiça e Cidadania, resultaram na redução de sua estrutura e condições de operar e articular programas e ações.

Um dos principais programas relacionados com a Seppir, por exemplo, chama-se Juventude Viva. O objetivo é reunir ações de prevenção para reduzir a vulnerabilidade de jovens negros e de periferia à violência física e simbólica. Considerando que grande parte dessa violência é cometida pelas forças policiais, e que o atual ministro é conhecido por seu gosto em reprimir movimentos sociais e por não ter contido a violência da PM paulista quando era secretário de Segurança, não é difícil imaginar qual o futuro do Juventude Viva sob o comando maior de Alexandre de Moraes.

Cem dias depois, o que começou ruim, segue ruim. E pode piorar.

Fonte: Portal Sul21

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Raul Pont : Porto Alegre deve se posicionar como referência da luta democrática

Em Porto Alegre, Raul Pont se coloca contra a perda de direitos

Por Clara Roman/Agência PT de Notícias

Foto Agência PT
Ex-prefeito de Porto Alegre (RS), e candidato nestas eleições, Raul Pont (PT) afirma que as pessoas estão percebendo o que acontece no país sob o governo do golpista Michel Temer (PMDB). No segundo dia da campanha, Pont inaugurou o comitê Centro-Sul da cidade.

“Não dá para esquecer o golpe em curso e as consequências para o povo de Porto Alegre”, disse ele. Retrocessos como o fim da política de valorização real do salário mínimo e o congelamento do orçamento em saúde e educação podem ser aprovados no Congresso Nacional.

Pela proposta de Temer, o orçamento só poderá crescer de acordo com a inflação do ano anterior. Isso só pode ocorrer com o fim dos gastos obrigatórios em saúde e educação, hoje garantidos na Constituição Federal.

“O congelamento não será só no governo federal”, alertou. No Rio Grande do Sul, os gastos com educação são de 35%, segundo o candidato.

Pont reafirmou que Porto Alegre vive uma crise administrativa, que pode ser resolvida com uma mudança de gestão. “Já governamos antes. Nós temos condição de melhorar a cidade”.

Segundo ele, há um reconhecimento muito grande do trabalho feito durante sua gestão, de 1997 a 2000.

Pont lembrou que a capital do RS recebeu quase R$ 1 bilhão de financiamento do governo federal, mas as obras não avançam por má gestão do município, hoje nas mãos de José Fortunati (PDT).

O candidato reforçou que a população já está sofrendo com a redução do programa Mais Médicos, criado pela presidenta eleita Dilma Rousseff (PT).

“Não podemos abrir mão desses serviços”, disse. “Nem que a gente tenha de fazer um convênio direto”, afirmou ele, se referindo ao convênio que possibilitou a vinda de médicos cubanos para atuar nas periferias do país.

“Temos que colocar Porto Alegre de novo na resistência democrática, a ser uma referência contra o neoliberalismo”.

Raul lembrou da eleição de 1988, em que Olívio Dutra se elegeu prefeito pelo PT. “Aquela eleição que a gente sentia que a população não acreditava em ninguém, e a gente arrancou como azarão no páreo, e fomos para a rua, e passamos a transmitir alegria, confiança, projeto e ganhamos a eleição. E vamos ganhar de novo”, disse ele.

Fonte: Portal da Democracia Socialista (DS).

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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Porto Alegre-se com a gente!

Foto Equipe
Com muita alegria e disposição, sentimos o abraço da população de Porto Alegre durante o lançamento da campanha de Raul Pont 13 - Prefeito e Silvana - vice - Coligação Porto Alegre Democrática: PT - PCdoB, realizado no Centro da capital. Ao lado do companheiro Olívio Dutra e de tantas outras valorosas lideranças comunitárias, reafirmamos nosso compromisso de defender a Democracia, construída com muito esforço e lutas pelo povo brasileiro, que assegura o direito de todas e todas de definir a própria história, da sua cidade e do seu País.  Sofia Cavedon

Nossa campanha já está nas ruas em defesa da Democracia e dos direitos conquistados!

Te convidamos para mais esta caminhada. 

Nosso material virtual está à disposição AQUI: baixe e divulgue!!!

Pegue o material em nossos Comitês:

- Rua João Guimarães, 331 - Santa Cecília
Fone: 9864.1012

- Av. João Pessoa, 741 - Em frente à Redenção

E na nossa Banquinha no Largo Glênio Peres, que está diariamente no local.

Nossa Agenda de Mobilização será divulgada diariamente neste Blog e nas Redes Sociais - Integre-se, convide, compartilhe!

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Segurança – Atendimento à população está aquém do que pode ser dado

Foto Marta Resing
Cercamento eletrônico da cidade longe de ser realizado; integração dos Centros de Comando Municipal e Estadual ainda não suficiente para atender rapidamente as ocorrências; e falta de divulgação sobre ultrapassar o sinal vermelho à noite. Essas foram as conclusões da vereadora Sofia Cavedon (PT) após reunião na EPTC e no Centro Integrado de Comando do Município.

A vereadora entregou na manhã desta quinta-feira (18), ao diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) de Porto Alegre, Vanderlei Cappellari, as três indicações de sua iniciativa aprovadas na Câmara Municipal, que tratam sobre a segurança na capital. O presidente da EPTC ficou de analisar as indicações.
Foto Marta Resing

Implantação do Cercamento Eletrônico de Porto Alegre; liberação de multa ao passar o sinal vermelho à noite; e instalação, junto ao Centro Integrado de Emergências da Secretaria de Segurança Pública do Estado, de células da EPTC, do SAMU e da Guarda Municipal.

Conforme Sofia, que também visitou o Centro Integrado de Comando do Município, das três propostas, apenas a liberação de multa ao passar o sinal vermelho à noite foi mais consistente. “O que falta é divulgação de que a multa será cancelada, desde que as e os condutores passem em baixa velocidade e com atenção a faixa que está com sinal verde”, explica a vereadora. Outra ação destaca pela vereadora, que pode contribuir com a segurança nas escolas da Rede Municipal de Ensino, é a atualização das informações do sistema de monitoramento junto às direções de escolas.

 Para a Vereadora o cercamento eletrônico pode diminuir o roubo de carros e, portanto, a violência e os assassinatos, "pois teríamos câmeras de vídeo que monitorariam e filmariam as placas dos veículos que entram e saem de Porto Alegre”. Conforme os números apresentados por Cavedon, há “quase 1.300 câmeras” na capital, mas elas “estão muito afastadas porque estão no domínio de diferentes secretarias municipais” dificultando o trabalho da Brigada Militar. “O cercamento eletrônico possibilitaria o monitoramento de forma integrada”, afirma a vereadora.

Foto Marta Resing
Sofia, além de ter feitos as indicações ao Prefeito, está visitando os órgãos envolvidos no tema e apresentando as propostas. Nesse sentido está solicitando agenda com os Secretários Estadual e Municipal de Segurança.

Veja também:
Segurança em crise – Salvar vidas e diminuir as situações de risco

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Formação em Doação de Órgãos e Tecidos

Foto Valéria Ochôa
Dirigido a professores e demais interessados no assunto, tem como objetivo informar e esclarecer sobre a doação de órgãos e tecidos, bem como sobre os transplantes e as diferentes etapas. Assim, contribuir na formação de uma cultura de solidariedade. Integram este trabalho renomados profissionais, que atuam na área.

O encontro terá palestras sobre: O processo de doação e transplante; Morte encefálica; Transplante Renal; Central de Transplantes do RS; Entrevista familiar; A sociedade e o Transplante;  e depoimentos de pessoas que fizeram transplante, em fila de espera e familiar de doador.

O projeto Cultura Doadora da Fundação Ecarta tem o apoio do mandato da vereadora Sofia Cavedon.

Inscrição

Um material de higiene pessoal ou um alimento não perecível ou um pacote de fralda (infantil ou geriátrica), que será encaminhada para a ONG ViaVida. Deverá ser entrega no primeiro dia da formação.

Acesse aqui a Ficha de Inscrição

Informações: 51. 4009.2970 e contato@fundacaoecarta.org.br

Mais do projeto Cultura Doadora - Apoio SinproRS - Realização Fundação Ecarta.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Eu gosto de histórias - Por Sofia Cavedon

Eu gosto de histórias.
É o resultado do encontro
de cada pessoa, seu jeito, talento, emoções, sonhos
com os processos, caminhos, escolhas coletivas

Fazer política é fazer história.
Por muito tempo, poucos determinaram como seria a nossa história reproduzindo a exclusão dos que nasciam em família pobre, sem terra ou casa para morar, sem trabalho digno, negros e negras, de religião que não a oficial, de sexualidade que não hétero...

O povo brasileiro lutou muito e construiu o que chamamos DEMOCRACIA: a conquista do direito a
definir a própria história, a da nossa cidade, a do país.

Então, ela começou a mudar.
Apesar de continuarem nos contando a sua versão pela força da mídia, que concentram em suas mãos – TVs, jornais, rádios – os privilegiados de sempre estão perdendo para a tomada na mão, por cada um e cada uma, das decisões sobre suas histórias.

É com a consciência de que quando votam, as pessoas nos colocam parte do poder sobre as suas vidas
que zelamos pela cidadania, teimamos para que as decisões da cidade sejam transparentes, atendam os que mais precisam, sejam resultado da escuta e construção coletiva.

Nesses mandatos de vereadora fomos encharcados e crescemos com muitas histórias, celebramos vitórias, mas, muito mais, sofremos junto com a necessária luta de resistência diante dos últimos governos municipais que mostraram mais compromisso com a especulação, exploração das terras e serviços por empresas do que construir direitos para todos e todas e valorizar as políticas e funcionários municipais.

Chegou mais um momento decisivo para o caminho da democracia em Porto Alegre. Vamos escolher o novo governo e as vereadoras e vereadores da Câmara.

Vem com a gente mudar a história de Porto Alegre para que a tua, a minha, a nossa história sejam de verdade resultado da intensa vida participativa, plural, inclusiva, segura e feliz, que uma gestão realmente democrática da cidade pode produzir.


Por uma Educação sem mordaça e uma Cultura sem amarras.

sábado, 13 de agosto de 2016

Eleições 2016 iniciam nesta terça-feira

A partir do dia 16 de agosto – terça-feira – inicia a campanha eleitoral para prefeito/a, vice-prefeito/a e vereadores e vereadoras.

O primeiro turno das eleições municipais de 2016 será realizado em 2 de outubro, primeiro domingo do mês. O segundo turno, somente em cidades com mais de 200 mil eleitores, está marcado para 30 de outubro, último domingo do mês. 

Nesse período estaremos trazendo informações e disponibilizaremos as agendas sobre nossas pré-candidaturas ao cargo de vereadora e de Prefeito e Vice.

Vem com a gente mudar a história de Porto Alegre para que a tua, a minha, a nossa história sejam de verdade resultado da intensa vida participativa, plural, inclusiva, segura e feliz, que uma gestão realmente democrática da cidade pode produzir.

Por uma Educação sem mordaça e uma Cultura sem amarras.

Entidades sindicais lançam Frente Sindical em Defesa do Serviço Público

A vereadora Sofia Cavedon (PT) participou do encontro realizado no auditório do Cpers.

Por Greici Oliveira

Foto Cpers
Nesta sexta-feira, dia 12, às 18, o CPERS juntamente com diversas entidades sindicais e representativas dos funcionários públicos lançaram a Frente Sindical em Defesa do Serviço Público. O encontro ocorreu no auditório da sede do Sindicato. O objetivo do movimento é fazer a defesa do serviço público nas três esferas (municipal, estadual e federal), além de esclarecer a população os ataques que os servidores estão sofrendo, o que irá prejudicar toda a sociedade.

Na abertura do evento a diretora da Central Única dos Trabalhadores do RS, Vitalina Gonçalves ressaltou que a Frente Sindical em Defesa do Serviço Público é fruto de três meses de reuniões entre as entidades, com o principal objetivo de defender os serviços públicos no âmbito municipal, estadual e federal.

Participaram da mesa de lançamento da Frente Sindical, o diretor do CPERS, Cássio Ritter, a diretora da CUT/RS, Vitalina Gonçalves, a diretora do Semapi, Maria Helena, Andreia Nunes do Sindicato dos Professores Leopoldenses (Ceprol), o presidente do Sindisepe/RS, Cláudio Agostin, o presidente do Sindiserf/RS, Marizar Melo, o deputado federal, Paulo Pimenta e a deputada estadual, Stela Farias.

Cada representante na mesa falou sobre os principais Projetos de Lei que atacam o serviço público e os servidores, entre eles o PLP 257/16, que renegocia as dívidas dos estados em troca de medidas de ajuste fiscal e arrocho nos servidores. Apesar da resistência do movimento sindical, o texto-base foi aprovado por 282 votos a favor e 140 contra, na madrugada desta quarta-feira (10) no plenário da Câmara dos Deputados. Outro projeto que ataca o serviço público é a PEC 241/16, que limita o crescimento de gastos públicos federais por 20 anos e acaba com o investimento obrigatório em saúde pública e educação vinculado às receitas, conforme prevê a Constituição Federal. A medida foi aprovada nesta terça-feira (9) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara por 33 votos a favor e 18 contra.

O diretor do CPERS, Cássio Ritter ressaltou que o momento pelo qual passam os servidores públicos é de resistência para a defesa dos direitos. Também destacou os principais ataques aos educadores, entre eles o PL 44, o qual entrega as escolas para Organizações Sociais. “Precisamos nos unir, ir para nossas bases para debater e construir juntos a defesa dos nossos direitos.  E a Frente Sindical em Defesa do Serviço Público será indispensável para a unidade em defesa dos nossos direitos”, concluiu.

Foto Dica Sitoni
No encerramento do encontro foi lido o Manifesto de Lançamento da Frente Sindical em Defesa do Serviço Público, o qual foi entregue simbolicamente para os deputados Paulo Pimenta e Stela Farias.

Agenda de Trabalho da Frente Sindical em Defesa do Serviço Público

– Participação no Ato Estadual Unificado em defesa da CLT e da Justiça do Trabalho e contra a Reforma da Previdência, na próxima terça-feira, dia 16. A atividade ocorrerá a partir das 7 horas da manhã, em frente à Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), na Avenida Assis Brasil, zona norte de Porto Alegre;
– Frente Sindical em Defesa do Serviço Público já construiu um panfleto o qual as entidades podem reproduzir, para dialogar com a população, denunciando os principais ataques do governo aos serviços públicos;
– Reproduzir nas regiões do Rio Grande do Sul a Frente Sindical em Defesa do Serviço Público, com o objetivo de tornar mais próximo a base;
– Dia 23 de agosto reunião da Frente Sindical em Defesa do Serviço Público, às 18h, no 9º andar da sede do CPERS.

Veja o Manifesto de lançamento da Frente Sindical em Defesa do Serviço Público

Fonte: Portal do Cpers.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Sindicatos denunciam ‘alinhamento dos infernos’ entre Temer e Sartori

Frente em Defesa das Estatais realizou ato, na Praça da Alfândega, contra as privatizações e em defesa dos direitos dos trabalhadores. 

Por Marco Weissheimer/Sul21

Foto Maia Rubim/Sul21 
A Frente em Defesa das Estatais denunciou nesta sexta-feira (12), em ato realizado na Praça da Alfândega, o “alinhamento dos infernos” entre Michel Temer e José Ivo Sartori, ambos do PMDB, e as políticas de privatizações, desmonte de serviços públicos e de direitos trabalhistas que integram a agenda de seus respectivos governos.

Coordenada pela CUT Metropolitana e com a participação da Nova Central Sindical, a manifestação reuniu sindicatos de várias categorias que decidiram unificar suas lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores e contra as privatizações. O ato também serviu para divulgar a manifestação convocada por todas as centrais sindicais para o próximo dia 16 de agosto, às 7 horas, em frente à sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs).

“Estamos aqui mais uma vez para defender o que é público e os direitos dos trabalhadores. A cada vez que entra um governo que não valoriza o serviço público, temos que sair às ruas”, disse Paulo César Maciel, vice-presidente da Associação dos Técnicos das Companhias e Empresas de Energia Elétrica (ATCEEE). Maciel chamou a atenção para a correlação de forças desfavorável aos trabalhadores presente hoje no Congresso Nacional. “Vivemos hoje no Brasil um momento de crise da democracia. No Congresso, há grandes grupos de empresários representados, enquanto os trabalhadores têm uma representação muito pequena. Estamos deixando nossos direitos na mão desses grupos que têm na sua agenda o aprofundamento das terceirizações e a precarização da CLT”.

Foto Maia Rubim/Sul21 
Sindicatos anunciaram unidade para enfrentar agenda de privatizações no Estado.

Em âmbito estadual, Maciel lembrou que a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) passou para o 8º lugar, entre 33 empresas que estão no ranking da Agência Nacional de Energia Elétrica. “Isso é qualidade de serviço público. Empresas como a CEEE, a Corsan e o Banrisul são fundamentais para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul e não podemos permitir que sejam privatizadas. Para tanto, precisamos mobilizar mais nossos colegas e sair para a rua contra essa agenda que querem implantar”, defendeu.

José Joaquim Fonseca Marchisio, da Associação Nacional dos Participantes de Fundo de Pensão (Anapar), chamou a atenção para as ameaças trazidas pelo “alinhamento dos infernos” entre os governos de Michel Temer e José Ivo Sartori. “Mais uma vez, vinte anos depois, estamos voltando à estaca zero com o retorno de um neoliberalismno feroz. A previdência complementar não vai escapar desse ataque. O objetivo deles é se apropriar de todo o recurso público possível, transferindo-o para o setor privado”. Na área da Previdência, Marchisio destacou a falência do modelo de previdência privada implantado no Chile que, durante muitos anos, foi saudado pelos neoliberais como um exemplo a ser seguido em toda a América Latina.

“Esse modelo faliu. Bachelet está enviando um projeto para restaurar a previdência pública no país. Enquanto isso, aqui no Brasil, avançam as medidas para implantar um modelo de Previdência altamente destrutivo, colocando consultores privados na administração dos fundos de pensão”, disse o representante da Anapar. Ele lembrou que essa receita foi implantada no Postalis (Instituto de Previdência Complementar dos Correios), gerando um modelo caótico. “Agora, querem trazer esse modelo caótico para o sistema como um todo. A previdência complementar do setor público é o grande alvo deste processo. Precisamos nos insurgir contra isso”, defendeu Marchisio, que lembrou ainda o que aconteceu na década de 90 com a CEEE. “Quando ocorreu a privatização de parte da CEEE, na década de 90, as empresas privatizadas foram acabando com os planos de previdência, como aconteceu com a RGE por exemplo. Se não nos insurgirmos, eles vão conseguir fazer o que não conseguiram nos anos 90”, advertiu.

Na mesma direção. Oniro Camilo, presidente da Nova Central Sindical no Rio Grande do Sul, criticou a proposta de privatização da Companhia Riograndense de Mineração (CRM), que está na agenda do governo Sartori. “Falo em nome de uma categoria que está sendo extinta pela ausência de uma política nacional para o carvão. A multinacional Tractebel quer fechar a usina de Charqueadas, o que pode provocar o desemprego de mais de dois mil trabalhadores em toda a cadeia produtiva que gira em torno da usina. A categoria dos mineiros está sendo exterminada no Rio Grande do Sul. Já fomos mais de 10 mil e hoje não chegamos nem a mil trabalhadores. A entrega da CRM para o capital estrangeiro é uma ameaça para as comunidades das regiões do Baixo Jacuí e de Candiota”, advertiu.

Foto Maia Rubim/Sul21 
O presidente da Central Única dos Trabalhadores no Rio Grande do Sul, Claudir Nespolo, criticou o papel desempenhado pelas grandes empresas de comunicação na construção do golpe e na ofensiva contra direitos e serviços públicos. “A grande imprensa está toda ela a serviço do grande capital e do rentismo que desejam se apropriar do maior número de empresas públicas possível. Já vivemos um período onde essa mesma imprensa trabalhou diariamente para passar a ideia de que as empresas estatais eram deficitárias e ineficientes. Um dos resultados dessa campanha foi a venda da Vale do Rio Doce a preço de banana, privatização esta que foi financiada por dinheiro público”.

“O cerco do golpismo de Temer”, acrescentou o dirigente da CUT, “está se fechando aqui no Rio Grande do Sul com um alinhamento dos infernos”. “Eles têm maioria na Assembleia Legislativa e no Congresso Nacional e governos dispostos a implementar toda a pauta neoliberal. E contam com a grande imprensa para convencer a população a aceitar essa pauta, com o objetivo de passar a régua nas empresas públicas e na previdência pública. Claudir Nespolo anunciou que no próximo dia 16 de agosto, a classe trabalhadora estará nas ruas em todo o país para denunciar esse plano. No Rio Grande do Sul, será realizado um ato em frente à Fiergs que, segundo ele, “é um símbolo da elite que financiou o golpe”. “Todas as centrais sindicais estarão lá, às 7 horas da manhã. Nada será como antes. Não tem zona de conforto. Precisamos desalienar a população e só se faz isso com luta na rua”.

Gérson Borba, presidente do Sindipolo, também fez uma convocação para o ato do dia 16 na Fiergs. “É dali que sai o dinheiro para financiar os patos amarelos que desfilam na Paulista e para toda a pilantragem que está em curso contra nossos direitos. Em 64, esses grupos tiveram o apoio da mídia para aplicar o golpe contra Jango. Hoje o golpe é feito diretamente pela própria mídia”, assinalou.
O presidente do Sindiágua, Leandro Almeida, criticou a agenda defendida pelo governador José Ivo Sartori que, segundo ele, foi “soldadinho do Britto em 1995”. O sindicalista garantiu que os trabalhadores da Corsan não permitirão a privatização da empresa; “Não vamos permitir isso. Aqui é o Estado dos gaúchos, não do Sartori. Não estamos fazendo uma defesa corporativa. É a aposentadoria e os direitos de todos os trabalhadores que estão em jogo”, enfatizou.

Fonte: Portal Sul21