quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

2016 - Estaremos juntos/as na defesa da Democracia!

Arte Marta Resing
Leia também:

Retrospectiva 2015 - Mandato Sofia Cavedon/PT

Foto Leonardo Contursi/CMPA
Educação, igualdade de gênero, cultura, criança e adolescente, meio ambiente, política, consciência negra, municipários, situação rua, orçamento 2016, comunidades e homenagens. 

Estas foram às principais temáticas que o mandato da vereadora Sofia Cavedon (PT) atuou em 2015. Abaixo um breve relato das ações e projetos desenvolvidos na área.

Em 2016, Sofia Cavedon será a líder da Bancada do PT na Câmara Municipal de Porto Alegre.

Retrospectiva 2015

Projetos – Sofia Cavedon em 2015 apresentou na Câmara Municipal os seguintes projetos de lei:

Arte Marta Resing
- Escola Cidadã no Século 21
- Criação da Procuradoria Especial da Mulher na Câmara Municipal
- Prestação de contas das ações e dos programas da prefeitura, relacionados à proteção de mulheres e de crianças vítimas de violência
- Royalties para a Educação
- Gratuidade nos estacionamentos de Hospitais
- Gratuidade nos estacionamentos de estabelecimentos comerciais
- Alimentação Saudável nos bares e cantinas nos hospitais da Capital
- Fortalecimento da Vigilância Sanitária Municipal
- Mostra de Fomento ao Livro e à Leitura da Câmara Municipal
- Indicação para imediata contratação das terceirizadas da Rede Municipal de Ensino
- Indicação de definição de área na Orla do Guaíba para a construção do Museu das Águas de Porto Alegre.

Com a Bancada: Ficha Limpa para a Câmara Municipal de Porto Alegre 

Educação – A realização do Seminário Internacional A Escola Cidadã no Século 21 e a apresentação do projeto de lei A Escola Cidadã no Século 21, de iniciativa de Sofia, que está sendo construído coletivamente com os segmentos envolvidos, como as comunidades escolares e IAB, foram culminantes nesta área.

Foto Vicente Carcuchinski/CMPA 
Mas tem mais: a luta pela aplicação da Emenda 09 – R$ 2,5 milhões para a Educação Infantil conveniada; a resistência da EPA contra o fechamento da escola; as conquistas na ComCreches como o destino dos recursos devolvidos pela Câmara para o Funcriança; o aulão do Enem no Araújo Vianna; apoio a Univales; o polêmico Plano Municipal de Educação e o retorno do diálogo com as universidades para a abertura de curso de Pedagogia para a Educação Popular na Ufrgs e Uergs.

Arte Marta Resing
Igualdade de Gênero – Por iniciativa da Vereadora, a Câmara Municipal de Porto Alegre criou e instituiu a Procuradoria Especial da Mulher. Sofia também participou e apoiou das ações desenvolvidas no ano inteiro contra a violência sobre a mulher. A Procuradoria vem realizando mutirões pela cidade, acolhendo demandas, sugestões e denuncias.

Arte Marta Resing
CulturaSerenatas pela Cultura marcou o ano na capital. O projeto, de iniciativa da vereadora Sofia, conta com o apoio do Sindicato dos Artistas do RS (Sated/RS), da Contexto – Agência de Artistas e da Cia de Arte. Tem o objetivo sensibilizar a população e gestores sobre a importância de manter os espaços culturais da cidade.

O mandato também foi atuante na defesa da Lei do Artista de Rua e comemorou a inauguração do Varandão Cultural, conquistado através de uma emenda ao Orçamento de autoria da vereadora.

Meio Ambiente/Cidade – Em defesa da Orla do Guaíba, do Cais Mauá; na luta por uma sede para a Agapan; apoiando a criação do Museu das Águas e contra a venda da Fundação Zoobotânica do RS e o cercamento da Redenção.

Política – O mandato esteve junto na instalação da Frente Brasil Popular; em defesa da Democracia e da reforma política; contra a terceirização e a redução da maioridade penal.

Arte Marta Resing
Situação Rua – Sofia propôs e presidiu a Frente Parlamentar de Situação Rua que discutiu o Plano de Atendimento da Prefeitura e visitou equipamentos existentes na cidade.

Municipários – Ao lado da categoria, a vereadora lutou pela aprovação do projeto de lei Efeito Cascata. Sofia também solicitou ao TCE uma auditoria nas contas da Carris.

Orçamento 2016 - Sofia apresentou emendas ao Orçamento que vão desde o incentivo a Economia Solidária, a revitalização de espaços públicos, à Cultura, Meio Ambiente e Educação. Veja aqui as aprovadas.

Comunidades – O mandato esteve presente na cidade lutando, junto com as comunidades, por melhorias, regularização fundiária e outras tantas lutas. Entre elas estão o Morro Santa Teresa; Praça João Paulo I; Vila Santa Rosa; Vila Gaúcha, Comunidade Hospital, Mário Quintana, Vila Ecológica, Recanto dos Gaudérios, São Vicente Mártir, Morro da Cruz, Humaitá.

Homenagens – Este ano o mandato da vereadora Sofia Cavedon homenageou a Fundação Ecarta e os 100 anos do Instituto Murialdo.

Acompanhe o mandato pelo Blog da Sofia.

Informe: estamos em recesso no mês de janeiro. A newsletter Nossas Escolhas retornará na primeira semana de fevereiro.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Ficha Limpa na Câmara de Porto Alegre

Foto Rozane Dalsasso
A Bancada do PT protocolou na segunda-feira (21/12) o projeto de lei que veda a candidatura aos cargos da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Porto Alegre, o vereador ou vereadora que não estiver com a ficha limpa.

Sofia Cavedon, líder da Bancada em 2016, destaca que a proposta busca integrar-se ao esforço que tem sido realizado para dar credibilidade à política. Ela ressalta ainda que o requisito deverá ser verificado a cada eleição para os cargos existentes.

A Bancada petista ressaltou no projeto que buscam proteger a probidade administrativa e a moralidade no exercício do mandato, da qual destacam: os que tenham contra sua pessoa representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado, em processo de apuração de abuso do poder econômico ou político, para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados, bem como para as que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes.

Veja aqui a integra do projeto de lei.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Criados 430 cargos de Monitor e 250 de professores para o município de Porto Alegre

Câmara aprova criação de 250 cargos de professores

Os vereadores de Porto Alegre aprovaram, nesta segunda-feira, em sessão extraordinária (21/12), o projeto de lei do Executivo municipal nº 039/15 que cria 250 novos cargos de professores efetivos no âmbito da Administração Centralizada do Município, conforme estabelece o Plano de Carreira do Magistério Público Municipal.

Conforme a justificativa do projeto, a medida visa atender as demandas da Secretaria Municipal de Educação (Smed), tendo em vista a crescente prestação de serviços pela pasta à população da capital gaúcha, mais especificamente, em decorrência da ampliação da rede municipal, do incremento do número de vagas abertas nas escolas municipais e do atingimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE).

Fonte: Portal da CMPA.

Criados 430 cargos efetivos de monitor de escola

O Plenário da Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou, nesta segunda-feira (21/12), o projeto de lei do Executivo que prevê a criação de 430 cargos de provimento efetivo de Monitor. Conforme o Governo, a proposta de criação desses cargos "visa atender a demandas de serviços da população e a consequente necessidade dos diversos setores da Secretaria Municipal de Educação (Smed)".

Fonte: Portal da CMPA.

Veja também:
Royalties do petróleo irão para a educação e saúde em Porto Alegre

sábado, 19 de dezembro de 2015

Quem combate a corrupção mesmo? – Sofia Cavedon

Foto Leonardo Contursi/CMPA 
Em sua manifestação na tribuna da Câmara Municipal, a vereadora Sofia Cavedon (PT) disse que as ruas deram na quarta-feira (16/12) uma demonstração de coesão contra o impedimento do projeto democrático brasileiro. Lembrou que a legislação atual que permite a prisão de corruptos e corruptores. Destacou o que o jornalista Paulo Francis denunciou em 1996 a roubalheira na Petrobras. Foi o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso que engavetou a denúncia e processou Francis, “que morreu do coração seis meses depois”.

Sofia recorda que todos os nomes que estão presos, como Fernando Baiano, Nestor Cerveró, Alberto Yussef e empreiteiros, apareciam na denúncia daquela época. Nas delações premiadas aparecem os corruptores dividindo as licitações da Petrobras.

Afirmou que a Polícia Federal foi equipada e fortalecida no governo do PT, “período Lula e Dilma”. Em 11 anos, disse ela, a PF realizou mais de duas mil operações para apreender documentos e prender pessoas, entre elas, servidores públicos. No total, lembra, foram 22 mil pessoas presas e identificadas. Durante os oito anos de FHC, de PSDB, a Polícia Federal só realizou 40 operações!

Leia abaixo a íntegra de sua manifestação no espaço de Grande Expediente.

Sr. Presidente; senhores e senhoras prometo que usarei menos tempo e, nesse sentido, já alertando os Vereadores que queremos começar as votações, que são as últimas do ano. Quero fazer um registro que, nesta tarde, o Supremo Tribunal Federal está discutindo sobre um processo correto ou constitucionalmente correto de encaminhamento do processo chamado pelo Eduardo Cunha, que está com Comissão de Ética funcionando, finalmente, no Congresso Nacional, de impeachment da Presidente Dilma. E a minha expectativa é de que a Justiça restabeleça o caminho da democracia da legalidade democrática neste País, que nós custamos tanto a conquistar. Nós temos a compreensão de que os atos de ontem, em Porto Alegre, que não pude acompanhar, porque votamos até as 19h30min, mas fui na Esquina Democrática, onde havia grupos de estudantes que ainda se aglomeravam, se manifestavam pela democracia contra o golpe e pela mudança da política econômica.

Essa é a generosidade e é caminho certo de quem se manifestou ontem. Recebi fotos de Natal, de Belo Horizonte – com 20 mil pessoas lá -, belíssima foto de Natal, que prometo organizar para mostrar aqui, talvez, na segunda-feira da próxima semana. A grande mídia não deu a mesma cobertura, não fez o chamamento que faz quando a manifestação é para um impeachment artificial, porque contra a Presidente Dilma não há nenhum fato de crime identificado, de processo penal que ela esteja respondendo, como, lamentavelmente, respondem muitos deputados, senadores, vereadores, governadores, presidentes e prefeitos que seguem os seus mandatos.

Trago alguns elementos para complementar a minha última fala. Eu trazia, objetivamente, a nova legislação, de 2012 para cá, que permite, hoje, que delações premiadas aconteçam. E hoje é o dia em que a André Esteves, Vice-Presidente do banco BTG Pactual, foi liberado da prisão preventiva, mas sabemos que o processo deve continuar. A legislação, que foi alterada em 2013, permite que corruptores também sejam presos.

Lendo sobre as operações da Lava Jato da Petrobras, quero aqui fazer algumas afirmações.

Em 1996, quando o FHC era Presidente da República, o jornalista Paulo Francis denunciava que todos os diretores da Petrobras tinham dinheiro na Suíça, em conta de U$ 60 milhões. Paulo Francis foi processado por esses diretores, que pediam uma indenização de U$ 100 milhões, nos Estados Unidos, e morreu de ataque cardíaco seis meses depois.

Ora, sabendo disso, Geraldo Brindeiro, Procurador-Geral da República, com essas denúncias, nada fez. Depois, ficou conhecido como “engavetador geral da República”. Pedro Barusco confessou que, em 1997, já recebia propinas. No mesmo período, Alberto Youssef movimentou US$ 56 milhões na “conta tucano”, do caixa das campanhas de FHC e José Serra. Mas o juiz Sérgio Moro entende que isso não importa e que, por isso, não tem que investigar. Fernando Baiano, conhecido como operador do PMDB, no esquema da propina, afirmou que ainda no ano 2000, durante a gestão de Fernando Henrique, celebrou contrato com empresa espanhola, na Petrobras, a Union Fenosa, visando à manutenção de termoelétricas. E se refere a propinas na época. Fernando Baiano conheceu Nestor Cerveró, da área internacional, na época de Fernando Henrique; Cerveró era gerente da Petrobras.

Eu poderia trazer uma série de elementos, mas tem outro muito importante sobre os corruptores. Em 09 de fevereiro de 2005 que o empresário Augusto Ribeiro Mendonça Neto, dono da Setal Óleo e Gás, afirmou que um grupo de nove empreiteiros se formou para combinar resultados na Petrobras, em 1990, durante o governo de FHC. Um grupo de empreiteiros, em reuniões realizadas no hotel Alameda, em Campinas, São Paulo, em 2001 e 2002, empresas, com o intuito de se protegerem fez um acordo entre si de não competirem entre elas. Naquela ocasião, eram nove companhias, cada uma determinava, por uma visão de mercado, qual era a companhia, qual era a licitação que iriam disputar, e as demais se comprometiam a submeter preços superiores. Quem afirma isso? Augusto Ribeiro Mendonça Neto, em depoimento da delação premiada.

Então não só as propinas são da época de FHC, como também os corruptores se organizaram para dividir as licitações da Petrobras desde 1990. Ora, vocês dirão: são delações premiadas. Mas são delações premiadas que somente geram investigações de parte das relações do período Presidenta Dilma e Presidente Lula. Isso é muito estranho! É muito estranho que todas as evidências demonstram que, na verdade, exatamente pós FHC, se fazem leis mais rígidas, que se faz a autonomia do Ministério Público, através da escolha do primeiro da lista, Procurador-Geral da República, que se fortalece, forma comissões no Ministério Público Federal e passa a investigar. É pós-era FHC que são aprovadas as legislações anticorrupções, lavagem de dinheiro, combate às organizações criminosas, Lei do Conflito de Interesses. É pós-FHC que a Polícia Federal cresceu de 1.800 para 3.000 agentes, recebeu mais de R$ 400 milhões de investimento em tecnologia, em equipamentos, em possibilidades de investigação, e que 17 delegacias especializadas no combate à corrupção foram criadas. Eu vou repetir: é pós-era FHC.

Portanto, foi na era Lula que 17 delegacias especializadas no combate à corrupção e desvio de recursos públicos passam a construir todas essas operações que resultam nas prisões, nos comprometimentos e na recuperação de recursos públicos. É exatamente no período Lula e no período Dilma. A Polícia Federal, de 2003 a 2014, realizou 2.195 operações – 2.195 operações! – envolvendo investigações em longo prazo, mobilização de policiais para efetuar várias prisões simultâneas, com um saldo de mais 22 mil pessoas presas, sendo mais de dois mil servidores. E isso tudo é pós-era FHC! E a corrupção, as propinas e os cartéis são de antes da nossa era, quando começam a atuar achacando a Petrobras.

Os contratos sob investigação da Polícia Federal somam um número recorde de R$ 15,59 bilhões em recursos públicos. Nos oito anos de Governo PSDB, as operações da Polícia Federal não passaram de 40, muitas delas frustradas. Eu vou repetir essa informação, e quem não tiver a mesma informação, por favor, venha à tribuna para desmentir. Vou repetir de tão importante essa informação: de 2003 a 2014, a Polícia Federal realizou 2.195 operações envolvendo investigação em longo prazo, mobilização de policiais – 22 mil pessoas presas! Vou repetir: durante os oito anos de FHC, de PSDB, a Polícia Federal só realizou 40 operações! Não passou de 40 operações! Quarenta, FHC; 2.195 período Lula, período Dilma. Operações da Polícia Federal, identificando R$ 15,59 bilhões, que podem ter sido desvirtuados. É muito importante que a minha fala fique clara, eu não isento ninguém, seja do meu partido ou de outros. É muito importante nós sabermos que quem está sofrendo com um possível golpe e sendo condenada é a Presidenta que está fortalecendo as instituições: a Polícia Federal, o Ministério Público, a legislação. E que está comandando, sim, uma mudança institucional na relação público-privada neste País, histórica, que o Brasil nunca viu, e que nós não vamos deixar recuar.

Iniciei minha fala abordando as manifestações do dia de ontem, no Brasil inteiro, dos movimentos sociais. Os movimentos sociais sabem disso, não passam a mão sobre ninguém, não dão acordo para a atual política econômica, não dão acordo para o atual ajuste. Querem que a democracia continue e que a virtuosidade do Estado se fortaleça, que essas instituições se fortaleçam.

Encerro dizendo: estão no Congresso Federal 13 novos projetos de lei contra o crime. Entre eles, está o projeto de lei que pune enriquecimento ilícito de servidores, projeto de lei que institui ação de perda de bens obtidos ilegalmente, projeto de lei que estende a ficha limpa às nomeações para cargos de confiança nos Três Poderes, projeto de lei que criminaliza a prática de caixa dois nas eleições. São 13, estou citando quatro! Portanto, espero que o Supremo Tribunal Federal, neste momento, recoloque nos trilhos o enfrentamento ou o encaminhamento desse golpe, porque é golpe.

Se a Presidenta Dilma nada tem a ver com quaisquer desses crimes, depois de duas mil investigações, Ministério Público completamente autônomo, tentar impedi-la na presidência é tentar impedir que continuem as investigações, que continuem buscando os recursos que foram roubados, que continuem coibindo corruptores e corruptos, que continuem a reforma tributária e política; a política, que começou só com o fim do financiamento empresarial. Esse é o caminho que os movimentos sociais não aceitarão, o caminho do retrocesso, da volta à impunidade, da volta ao engavetamento de todas as denúncias, como na era FHC, quando a Polícia Federal, no mesmo tempo, praticamente, que Lula e Dilma, só fizeram 40 operações, para 2 mil operações no período Lula e Dilma.

A virtuosidade do Estado Brasileiro, o momento virtuoso e importante que estamos vivendo, deve continuar. A intenção do golpe certamente é frear esse caminho, mas esse caminho o povo brasileiro não aceita mais que tenha volta. O Estado brasileiro precisa ter a capacidade de coibir corruptos e corruptores e voltar a crescer para quem mais precisa, ou seja, para o trabalhador e para a trabalhadora. (Não revisado pela oradora.)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Educação Popular - Acesso a formação superior é retomada

Foto Comunicação Uergs
Com uma demanda que ainda está sendo levantada, mas que já está em torno de 150 educadores/as da capital, a vereadora Sofia Cavedon (PT) está retomando as tratativas com a Universidade Estadual do RS (Uergs) e com o Instituto Federal (IF) para a realização do curso de Pedagogia para Educadores/as Populares.

Depois de uma boa expectativa com a possibilidade do acesso à formação no ensino superior desse segmento ao curso na Faculdade de Educação (Faced) da Ufrgs, Sofia reuniu-se nesta sexta-feira (18/12), com a reitora da Uergs, Arisa Araujo da Luz.

Sofia solicitou à Universidade a oferta de um curso de Pedagogia para professores que atuam na Educação Infantil. A reitora afirmou que a Uergs recebe muito bem a iniciativa e propôs a oferta de um curso de férias, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME). Em fevereiro, deverá ocorrer uma reunião entre a Universidade e a Secretaria, a fim de tratar do projeto do curso.

Participaram da reunião os pró-reitores de Administração, Ismael Ramadam, de Ensino, Armgard Lutz, e a assessora parlamentar Maria de Guadalupe de Lima.

Instituto Federal

Foto Comunicação IF/RS
No mesmo dia a parlamentar reuniu-se com a direção do Instituto Federal. “Estamos com boas perspectivas também na realização do curso de Pedagogia para Educadores/as Populares no Instituto Federal”, destaca Sofia.

Demanda

O mandato da vereadora está coletando interessadas/os no curso através do email sofia.cavedon3@gmail.com com nome completo, e-mail  e se possui o curso de magistério concluído, se está em curso ou se não possui esta formação.

Veja também:
- Pedagogia em Educação Popular poderá ter curso na Ufrgs
- Conheça aqui a caminhada da Pedagogia em Educação Popular na capital.

Com informações do Portal da Uergs

Escracho por um Cais Mauá público! Transferido para Segunda-feira

Foto Defesa Pública da Alegria
Devido às chuvas, o ato foi transferido para Segunda-feira - 21 - às 17h no Largo Glênio Peres, Centro Histórico da capital.

Ato político-poético contra a destruição do Cais Mauá. 

Vamos dar as costas para quem quer descaracterizar o Patrimônio Histórico, Cultural e Paisagístico do espaço mais valioso da cidade, nosso Cais Mauá!

Vamos dar as costas para quem quer implantar, de forma ilegal e sem discussão com a cidadania, a entrega do Cais Mauá para a construção de shoppings, para a especulação imobiliária e para estacionamento de mais de 4 mil carros.

Vamos mostrar que estamos de frente para a cidade e o para o Cais Mauá. Queremos uma revitalização do Cais que preserve o acesso público e temos propostas para a construção de um projeto que faça jus à história de Porto Alegre e de sua cidadania

Programação:

17h > Concentração, confecção de cartazes e Batucada com a banda Bate & Sopra!
18h > Desabraço à Prefeitura, intervenção teatral
19h > Quem dá mais? Ato de recompra do Cais Mauá

#DefesaPúblicadaAlegria  #CaisMauádeTodos  #ACidadequeQueremos

Fonte: Defesa Pública da Alegria

Confraternização Fim de Ano - 2015

Confraternizamos nesta quinta-feira (17) com alegria a Democracia.

Dia importante quando o Supremo Tribunal Federal (STF) derrotou a manobra golpista de Eduardo Cunha, decidindo suspender a instalação da comissão do impeachment na Câmara dos Deputados

Veja aqui o registo do encontro no Boteco Matita Perê.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Smed decide fechar turmas do EJA em comunidades carentes

Foto Reprodução/Facebook
Nas últimas semanas, professores das escolas nas escolas Tiradentes, Neusa Brizola e João Goulart realizaram reuniões, audiências e assembleias com as comunidades onde estão localizadas para debater o fim das turmas do EJA em 2016. A comunidade e os professores lutam pela permanência da modalidade para o próximo ano, ameaçadas de fechamento pela Secretaria Municipal de Educação.

O mandato da vereadora Sofia Cavedon (PT) está acompanhando e apoiando as comunidades que sequer foram consultadas sobre a decisão da Smed de fechar os cursos.

O Jornal Correio do Povo do dia 13 de dezembro publicou uma matéria na editoria Ensino sobre o fechamento das EJAs. Clique na imagem para ler.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Trabalhadores e movimentos sociais voltam às ruas contra golpe e ajuste fiscal e exigem saída de Cunha

Foto Marta Resing
Há evidências claras de que a corrupção e a origem, a gênese da corrupção na Petrobras foi no período FHC. Não é só o tema da Vale; é no período FHC, são os mesmos atores daquela época, hoje presos, respondendo por delitos. Não é possível que a Justiça continue sendo seletiva em relação a uma investigação tão séria. Nós queremos que o País saia com a Petrobras fortalecida e com o Estado brasileiro muito mais virtuoso para evitar a dilapidação do seu patrimônio. Sofia Cavedon (Leia aqui a íntegra do pronunciamento da Vereadora na tribuna da Câmara Municipal de Porto Alegre)

Movimentos sociais vão às ruas contra o impeachment e pela saída de Cunha

Foto Guilherme Santos/Sul21
Menos de uma semana depois da 20ª Marcha dos Sem, os trabalhadores e os movimentos sociais realizaram nesta quarta-feira (16) outra grande mobilização em Porto Alegre contra o golpe do impeachment, pela saída do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e contra o ajuste fiscal. Mais de 5 mil pessoas tomaram as ruas do centro da capital gaúcha, no embalo de “Não vai ter golpe, vai ter luta” e  “Cunha, ladrão, teu lugar é na prisão”.

A atividade marcou o dia nacional de luta, organizado pela Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, que congregam centrais sindicais, movimentos sociais, PT e PCdoB, UNE, MST e MTST, dentre outras representações.

Houve também manifestações nas ruas de 25 estados e no Distrito Federal. Em São Paulo, segundo o balanço da CUT, cerca de 100 mil pessoas ocuparam a Avenida Paulista e protestaram contra os golpistas, em defesa da democracia e por mudanças na política econômica.

Na capital gaúcha, os manifestantes se concentraram, a partir das 17h, em frente à Prefeitura, onde saíram em caminhada por volta das 18h30 pelo Largo Glênio Peres, ruas Voluntários da Pátria e Vigário José Inácio, avenidas Salgado Filho e Borges de Medeiros. A passeata terminou na Esquina Democrática, com a realização de um ato público.

Não vai ter golpe

Foto Guilherme Santos/Sul21
Enquanto os manifestantes se organizavam para partir em marcha pelas principais ruas da Capital, integrantes dos movimentos sociais se encarregavam de puxar os cantos: “Não vai ter golpe, vai ter luta”, “Ai, ai, ai, empurra o Cunha que ele cai”, “Pisa ligeiro, pisa ligeiro, quem não pode com a formiga não atiça o formigueiro”. Ao mesmo tempo distribuíam panfletos informando sobre os motivos do ato.

Depois, os manifestantes cruzaram o Largo Glênio Peres, a essa altura já com a participação também do movimento cultural da cidade, e seguiram em marcha pelas ruas centrais dos arredores. Com muitas faixas em defesa da democracia, bandeiras de diferentes cores e representações, camisetas e adesivos com “Fora, Cunha”, eles gritavam empolgado “Não vai ter golpe, vai ter luta”.

Aos comerciantes que estavam em frente às lojas e ao público, eles faziam um apelo: “Vem, vem, vem pra rua vem, que é contra o golpe”. Em alguns momentos interromperam os cantos para explicar à população os motivos da marcha. “Partidos, trabalhadores e trabalhadoras viemos dialogar com os nossos: Não vai ter golpe, vai ter luta”, disse um dos manifestantes.

Os golpistas que querem o impeachment são os mesmos que querem flexibilizar a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que querem retirar direitos dos trabalhadores”, apontou a secretária de Finanças da CUT-RS, Vitalina Gonçalves, enquanto os manifestantes passavam por paradas de ônibus lotadas.”Não vai ter golpe, vai ter luta”, ressaltou.

Foto Guilherme Santos/Sul21
O ato se encerrou na Esquina Democrática com manifestação de inúmeras lideranças, desde representantes de partidos de esquerda, de centrais sindicais até de diversos movimentos sociais. Presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Ari Vannazzi admitiu que o próprio partido tem críticas ao governo da presidente Dilma, contudo é inadmissível “um golpe.

Quem são os golpistas

“Não se esqueçam de falar para os colegas, os vizinhos, que os golpistas do impeachment são os mesmos que querem estender a terceirização sem limites, são os mesmos que dizem que a valorização do salário mínimo não é compatível com o país”, alertou o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

O dirigente sindical frisou também que os defensores do impeachment são os mesmos que criticam os investimentos do governo nos programas Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Prouni e Mais Médicos, os classificando como “gastança”, pois “eles não querem dar oportunidade aos pobres” .

Claudir lembrou que se hoje existe combate à corrupção, como nunca se viu antes, é porque a presidenta Dilma assinou a lei anticorrupção em 2012, o que já botou na cadeia políticos, empreiteiros e banqueiros envolvidos em falcatruas e outros tantos crimes estão sendo investigados.

Foto Guilherme Santos/Sul21
Ato se encerrou na Esquina Democrática com o discurso de inúmeros representantes de movimentos sociais

Os agentes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) calcularam que 4 mil pessoas participaram do ato. Para a CUT-RS, foram mais de 5 mil manifestantes. “Não vai ter golpe, vai ter luta. Fora Cunha”.

Fonte: Portal da CUT/RS

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Mutirão de atendimento e orientação às mulheres vítimas de violência

 Procuradoria Especial da Mulher e Defensoria Pública do RS estiveram no Largo Gênio Peres

Foto Josiele Silva/CMPA
A Procuradoria Especial da Mulher, da Câmara Municipal de Porto Alegre, realizou atividade conjunta com Núcleo de Defesa da Mulher (Nudem) da Defensoria Pública do Estado, nesta terça-feira (15), no Largo Glênio Peres, no Centro de Porto Alegre.

Foto Josiele Silva/CMPA
O mutirão de atendimento e orientação às mulheres vítimas de violência está inserido na Campanha 16 Dias de Ativismo pelo fim da Violência contra a Mulher. Os trabalhos foram realizados na Unidade Móvel da DPE e na tenda da Procuradoria. Foram distribuídas cartilhas e material informativo sobre os locais e formas de atendimento.

A procuradora da mulher, vereadora Sofia Cavedon (PT), destacou a luta pela igualdade de gênero: “As mulheres acumulam as atividades profissionais com as tarefas domésticas e enfrentam a violência no dia a dia, mas não abrem mão de lutar por seus direitos e conquistar espaços na sociedade”.

Foto Josiele Silva/CMPA
Participaram do ato as vereadoras Fernanda Melchionna (PSOL), Jussara Cony (PCdoB) e Séfora Gomes Mota (PRB), e a defensora pública, Dra. Lísia Mostardeiro Velasco Tabajara.

Saiba mais sobre a Procuradoria Especial da Mulher.

Entre em contato: (51) 3220-4358 e o e-mail procuradoriadamulher@camarapoa.rs.gov.br.

Veja também:
Procuradoria Especial da Mulher visita Ocupação Lanceiros Negros

Procuradoria Especial da Mulher visita Ocupação Lanceiros Negros

Foto Luis Carlos Almeida
Antes de participar do Mutirão de atendimento e orientação às mulheres vítimas de violência, a Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal, visitou a Ocupação Lanceiros Negros, no Centro Histórico de Porto Alegre. A visita ocorreu na manhã de terça-feira (15) e contou com a participação das vereadoras Sofia Cavedon (Procuradora), Fernanda Melchionna, Jussara Cony e Séfora Mota.

As parlamentares reuniram-se com moradoras do local, que relataram as dificuldades enfrentadas por mulheres, mães de família, especialmente o alto custo dos aluguéis, o que as levou a ocuparem o prédio localizado na esquina das ruas Andrades Neves e General Câmara. O imóvel pertence ao Governo do Estado.

A procuradora da mulher, Sofia Cavedon, disse que: “A visita é uma atividade oficial da Procuradoria e tem por objetivo conhecer a realidade da Ocupação Lanceiros Negros e o risco de violação de direitos decorrente da ameaça de despejo dos moradores, por parte do Governo do estado”. As ocupantes informaram que conseguiram, na Justiça, a suspensão da reintegração de posse.

A Ocupação Lanceiros Negros foi organizada pelo Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e favelas (MLB) e por objetivo a destinação do prédio ocupado para a moradia de famílias sem teto.

Veja também:
Mutirão de atendimento e orientação às mulheres vítimas de violência

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Democracia Socialista - Nossa tarefa política central

A vereadora Sofia Cavedpon e o ex-deputado estadual Raul Pont, participaram no final de semana (12 e 13/12) em São Paulo, da 2ª Plenária Nacional da Democracia Socialista (DS).

No link abaixo, as resoluções políticas do encontro. Em breve será publicado no Portal da DS a totalidade das conclusões.

Conforme a Coordenação da tendência interna co Partido dos Trabalhadores (PT), dada a urgência da conjuntura, é fundamental que toda a militância de esquerda atenda à convocação de somar-se à luta para vencer o golpe!

Leia aqui as Resoluções da da 2ª Plenária Nacional da Democracia Socialista (DS).

sábado, 12 de dezembro de 2015

Para quem não abdica da Democracia e da Alegria!

Convidamos os e as parceiras/os de luta para na próxima quinta-feira (17) confraternizarmos no Boteco Matita Perê - Rua João Alfredo, 626 - Cidade Baixa - a partir das 19h. Vamos celebrar as lutas, as resistências e as conquistas de 2015.

Arte Marta Resing

Contra o impeachment de Dilma e pela cassação de Cunha

Foto Guilherme Santos/Sul21
A semana em Porto Alegre foi marcada por várias manifestações contra o impeachment da presidenta Dilma e pela cassação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Os atos foram o lançamento da Frente Brasil Popular no Estado, Ato pela Legalidade e Marcha dos Sem.
Foto Matheus Piccini/CMPA

Em sua manifestação na tribuna da Câmara de Porto alegre, a vereadora Sofia Cavedon (PT) afirmou que crê que o movimento que quer retirar Dilma Rousseff da presidência do país acontece muito mais em função dos acertos do que dos erros das gestões do PT.

 Mesmo assim, Sofia reconheceu que o partido incorporou, ao longo dos tempos, um modo de fazer política diretamente vinculado ao financiamento empresarial de campanhas. "Essa foi uma grande vitória de 2015: a contribuição de grupos econômicos nas eleições teve fim", comemorou.

Na sua avaliação, a "direita golpista" não admite que bilionários, senadores e poderosos sejam presos. "Nunca se enfrentou a corrupção nesse país como se faz atualmente", assegurou. E completou: "Não há nada que justifique o golpe. Esse procedimento rasga a luta do povo brasileiro, daqueles que enfrentaram a ditadura", afirmou.

Foto Guilherme Santos/Sul21
Marcha dos Sem faz ato contra impeachment de Dilma e pró cassação de Cunha

Manifestantes reuniram-se na praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini

Por Marina Bitencourt/JC

Integrantes de sindicatos como Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e servidores estaduais, entre eles Cpers - Sindicato dos Professores, participaram nesta sexta-feira (11) em Porto Alegre da 20ª Marcha dos Sem, que reúne pessoas que lutam por direitos como trabalhistas e de moradia.

Com concentração no Parque Harmonia e destino final em frente Palácio Piratini, gritaram palavras de ordem contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e a favor do mandato da presidente Dilma Rousseff.

Reunidos na Praça da Matriz, em frente à sede do Governo do Estado, organizadores das centrais sindicais e políticos da base do governo federal discursaram para os manifestantes, que gritavam “não vai ter golpe”, em referência ao processo de impeachment a que a presidente Dilma está respondendo.

O ato encerrou por volta das 17h com a execução do hino nacional. Segundo a organização do evento, estimava-se cerca de 8 mil pessoas. Já segundo a Brigada Militar, havia 2 mil pessoas.

Leia a matéria completa no Portal do Jornal do Comércio.

Foto PT/RS
Ato pela Legalidade

A manifestação ocorreu em frente a estátua do líder trabalhista Leonel Brizola, marcando a manhã de sexta-feira (11/12) como o Dia de lutas Contra o Golpe e pela Democracia.

Com a presença de lideranças do PT, PDT, PSol, CUT, CTB, Levante, A Marighela, Bloco da Diversidade e tantos outros movimentos, militantes defenderam o mandato da presidente Dilma.

Entre as várias personalidades políticas presentes, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunatti, o ex-governadores Tarso Genro e Olívio Dutra, os ex-prefeitos de Porto Alegre, Sereno Chaise e Raul Pont, deputada estadual Manuela d’Avila, além de deputados estaduais, federais, vereadores/as e dirigentes do PT.


Foto PT/RS
Frente Brasil Popular

Também nesta sexta-feira (11), ocorreu o Ato de lançamento da Frente Brasil Popular no Estado reunindo os movimentos organizados, partidos e lideranças no auditório da Fetag. O PT/RS esteve representado por seus militantes, pelo presidente Ary Vanazzi, por seu presidente de honra Olívio Dutra, deputados federais e estaduais, prefeitos, vices e vereadores/as.

A ordem, chamada no ato, é mobilização total contra o Golpe. Contra a ameaça a Democracia brasileira. #OGolpeNãoPassará.

Veja também:
Frente Brasil Popular convoca mobilizações contra o golpe para o dia 16/12
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Raul Pont questiona se pedalada de Sartori também vai gerar pedido de impeachment

Raul Pont: “Qualquer cidadão pode questionar a pedalada de Sartori utilizando os mesmos argumentos que estão sendo utilizados contra a presidenta Dilma”. 

Por Marco Weissheimer/Sul21

Foto Guilherme Santos/Sul21
O ex-prefeito de Porto Alegre e ex-deputado estadual, Raul Pont, questionou nesta sexta-feira (11), se os defensores do impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) ingressarão também com um pedido de impeachment contra o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), pela prática de pedalada fiscal.

Qual diferença que existe entre o projeto enviado pelo governador Sartori pedindo autorização à Assembleia Legislativa para pagar salários por meio de empréstimos bancários e as chamadas pedaladas fiscais que o Tribunal de Contas da União cobra da presidenta Dilma?, – questionou Pont, durante o ato em defesa da democracia realizado junto ao busto de Leonel Brizola, ao lado do Palácio Piratini.

“Não há nenhuma diferença. É exatamente o mesmo tema. O governo tem dívidas no final do ano que precisa pagar e utiliza o seu sistema financeiro para tanto. No caso federal, tivemos o Congresso votando recentemente a alteração do resultado primário. O Congresso Nacional autorizou o governo a ter um determinado déficit. É exatamente o que estamos vendo aqui no Rio Grande do Sul agora. Qualquer cidadão poderia questionar a pedalada de Sartori utilizando os mesmos argumentos que estão sendo usados contra a presidenta Dilma”, assinalou.

Pont não considera que a atitude de Sartori seja um crime e que o mesmo se aplica à presidenta da República, mas questiona a coerência daqueles que querem o impeachment de Dilma. “Não acho que essa seja uma atitude que o governador não deveria tomar. Está correto pagar o salário dos funcionários. Se não tem dinheiro efetivo em caixa, busca no banco e depois paga o juro. O governador também está correndo um risco muito grande de ser condenado pelo Tribunal de Contas a pagar do seu bolso os juros que o Banrisul vai cobrar? Se há crime de responsabilidade em Brasília, aqui é idêntico”.

“O que é mais interessante”, questionou ainda Raul Pont, “é que não estamos vendo na grande imprensa e nos seus colunistas sempre atentos aos temas do Tribunal de Contas nenhuma opinião sobre o que está acontecendo aqui no Rio Grande do Sul”.

Na quinta-feira, a Assembleia Legislativa gaúcha autorizou o governador José Ivo Sartori a parcelar o pagamento do 13º salário dos servidores em seis vezes, de junho a novembro de 2016. Os funcionários que desejarem receber o 13° agora terão que contrair empréstimo no Banrisul ou em outra instituição financeira. O Estado arcará com todos os custos da operação financeira e o pagamento do financiamento em seis parcelas.

Fonte: Portal Sul/21.

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Procuradoria da Mulher inaugura sala da Câmara de Porto Alegre

Foto Elson Sempé Pedroso/CMPA
A sala 328 ficou pequena para tantas mulheres. No espaço localizado no terceiro andar da Câmara Municipal de Porto Alegre, vai funcionar a Procuradoria Especial da Mulher, inaugurada oficialmente na tarde desta quinta-feira (10/12), quando se comemora o Dia dos Direitos Humanos.

A procuradora da Mulher, vereadora Sofia Cavedon (PT), destacou a importância da iniciativa. “É o símbolo da institucionalização oficial da nossa Procuradoria. É um espaço institucional que veio para ficar”, ressaltou.

A partir de agora, a Procuradoria Especial da Mulher passa a contar com telefone (51) 3220-4358, e-mail procuradoriadamulher@camarapoa.rs.gov.br e lançou uma página na internet. “A estrutura também vai contar com funcionários para que possamos fiscalizar o cumprimento das leis e encaminhar as mulheres para a rede de atendimento”, disse Sofia.

Foto Elson Sempé Pedroso/CMPA
Além dela, participaram do ato de inauguração as vereadoras Fernanda Melchionna (PSOL), Jussara Cony (PCdoB) e Séfora Gomes Mota (PRB),  e as suplentes Ariane Leitão e Pérola Sampaio (ambas do PT) e da presidenta do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (Comdim), Vera Daisy Barcellos, entre outras várias lideranças.


Entre em contato | Denuncie:

* Telefone: (51) 3220.4358
* Email: procuradoriadamulher@camarapoa.rs.gov.br
* Carta: Avenida Loureiro da Silva, 255/Sala 328 – 3º Andar - Centro Histórico – Porto Alegre/RS - CEP 90.013-901

Fonte: Portal da CMPA

Inaugurado o Acervo Feminista Enid Backes

Foto Equipe Gabinete
A vereadora Sofia Cavedon (PT), procuradora da Mulher na Câmara Municipal de Porto Alegre, prestigiou na manhã desta quinta-feira (10), a inauguração do Acervo Feminista Enid Backes.

Mulher, feminista, lutadora, gaúcha, socióloga. Essa é Enid Diva Marx Backes. Iniciou como militante do movimento estudantil, do movimento feminino pela anistia e de diversos movimentos populares. Hoje atua como consultora de inúmeras entidades e palestrante convidada para eventos, principalmente sindicais, que lutam em defesa dos direitos da mulher. Enid carrega as bandeiras feministas como bandeiras de interesse de toda a humanidade.

O Acervo, localizado na Rua Andrade Neves, nº 159, Salas 84 e 85, no Centro Histórico, é uma parceria do Coletivo Feminino Plural e Fundação Luterana de Diaconia.

Uma ponte para o atraso - Por Raul Pont

Foto Arquivo
O comportamento do vice-presidente Temer e do presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha, principais dirigentes do PMDB, despertam cada vez mais indignação e perplexidade ao povo brasileiro. O deputado Cunha apesar do volume e da robustez das provas contra ele (contas secretas na Suíça, acusações na Operação Lava Jato, declarações mentirosas na CPI) continua na Presidência da Câmara, usando e abusando do poder casuístico da Mesa para impedir que a Comissão de Ética abra seu processo de cassação. Isso ocorre pela seletividade do Judiciário onde para alguns a prisão preventiva sem provas ou julgamento já se transformou em pena antecipada e pela cumplicidade de seus aliados na Câmara Federal (PSDB, DEM, PPS, PP, PMDB etc.) que não formam uma maioria que devolva o decoro e a dignidade que o Parlamento deveria ter, mudando a Presidência da Casa.

O vice-presidente Michel Temer supera-se em cada ato em pusilanimidade e ridículo. Após quatro anos de gestão junto a presidente Dilma, na qual aceitou, voluntariamente, ele e seu Partido, participarem de um governo com um projeto definido, dedicar-se nos últimos meses ao golpismo e as lamúrias pueris que só revelam a ausência de atributos para o exercício da função publica.

Mesmo com todas as concessões feitas pela presidente Dilma neste segundo mandato, com mais cargos, ministérios e a entrega da coordenação política com o Legislativo, a resposta foi o loteamento de mais cargos e a conspiração permanente contra o próprio governo.

Um exemplo simbólico, entre outros, ocorreu aqui mesmo, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, quando Temer e Cunha vieram apresentar e defender a “minirreforma” política que tentava constitucionalizar o financiamento empresarial aos candidatos. Tema, inclusive, em que o presidente da Câmara é especialista e um dos grandes despachantes dos lobistas das organizações empresariais que frequentam o Congresso.

Por mais patéticas que sejam essas figuras, seria um equívoco achar que se movem por seus individualismos, fundamentalismos ou simples defesa de mesquinharias pessoais.

São dirigentes políticos do maior partido do país e, evidentemente, o apoio e sustentação que possuem não vem de suas virtudes pessoais mas dos interesses que, efetivamente, representam.

O PMDB, através de sua Fundação Ulisses Guimarães e em reunião com sua direção nacional, em outubro, apresentou ao país um diagnóstico da conjuntura e um projeto para o Brasil dos próximos anos. Alardearam, aos quatro ventos, seu programa chamado “Uma Ponte Para o Futuro” e com pompa e circunstância o estão apresentando como o lastro, o alicerce para serem uma alternativa de governo em 2018.

Podemos ser injustos com setores do PMDB que não concordam com o conteúdo do mesmo, pois a federação de interesses regionais em que se transformou o partido nos leva a acreditar que essa revisão programática não passou por um profundo debate nacional e nem culminou num processo convencional democrático. Não ouvimos, no entanto, vozes públicas discordantes quanto ao seu arrazoado. Sabemos que há setores no PMDB que ainda se reivindicam do nacional-desenvolvimentismo. O Partido, no entanto, está subordinado a hegemonia de Temer e Cunha.

Uma coisa é certa, cristalina. É a ruptura com o discurso histórico do PMDB de sua herança na luta democrática contra a ditadura cívico-militar de 64 e dos compromissos que seus dirigentes sempre apregoavam com o projeto nacional desenvolvimentista que, genericamente, se expressa no projeto de capitalismo nacional do Getulismo.

Aqui no Rio Grande, Pedro Simon e tantos outros sempre disputaram com os trabalhistas as homenagens e flores a Vargas e sua Carta Testamento encravada na Praça da Alfândega em Porto Alegre. Era o reconhecimento de um projeto.

Agora, o partido adere de mala e cuia ao projeto neoliberal e aí estão as raízes profundas do desconforto com o governo Dilma. Os parâmetros do diagnóstico baseiam-se na Meca do neoliberalismo, o Fórum Econômico Mundial e dali recolhem a crítica as vinculações de gastos sociais na Constituição bem como a crítica a “indexações na política salarial” e na necessidade de “desregulamentar” o Estado. Quando falam em vinculações referem-se a Educação, a Saúde, a Assistência Social. O caráter impositivo das “emendas parlamentares”, excrecência política e antessala da corrupção capitaneada por Cunha na Câmara Federal não sofre a mesma objeção.

Na síntese final do documento programático do PMDB, a letra “d” é um resumo exemplar do programa: “d) executar uma política de desenvolvimento centrada na iniciativa privada, por meio de transferências de ativos que se fizerem necessárias, concessões amplas em todas as áreas de logística e infraestrutura, parcerias para complementar a oferta de serviços públicos e retorno a regime anterior de concessões na área de petróleo, dando-se à Petrobras o direito da preferência”. Sobre a América Latina e os blocos econômicos o texto dá o tom de seu compromisso com a não integração dos povos sulamericanos. Para o PMDB, essa integração deve ocorrer com ou sem o Mercosul. (grifos nossos)

A política tributária é tratada genericamente e a crítica incide sobre o volume de carga tributária, bem a gosto dos neoliberais. Os pretensos 35% sobre o PIB atuais seriam um exagero. Mas não há nenhuma palavra sobre as desonerações, incentivos e isenções etc que , de fato geram uma cargar inferior a 20% no PIB do Brasil. Sobre o caráter regressivo dessa carga, assentada sobre o consumo, principalmente, nenhuma linha. É claro que o documento ainda prega a “desoneração das exportações e dos investimentos” (item i) como se sobrasse alguma coisa depois do tucanato e da Lei Kandir que nos conduziu a exportadores de cereais e de minérios.

O texto termina nos convidando, candidamente, que nos integramos, junto com a nação, “a esse sonho de unidade”.

A ponte para o futuro nos conduz a divisão internacional do trabalho do Sec. XIX. Não tem nada de futuro e sim, significa o atraso, a rendição incondicional ao discurso tucano neoliberal.

Mesmo com as concessões feitas no governo Dilma pela desastrada política econômica do Ministro Levy e do Banco Central que, em parte, caminha nessa direção, os “aliados” Cunha e Temer querem derrubá-la. Estão fazendo de tudo com esse objetivo desde a violência dos atropelos de Cunha no comando da Câmara aos choromingos de abandono e maus-tratos.

No fundo, expressam muito mais, um projeto político do que estrepolias e idiossincrasias pessoais. São aliados firmes do tucanato e da grande burguesia e dos bancos que há dois anos fazem “greve de investimentos” e se locupletam com as taxas de juros do Banco Central.

A grave crise que vivemos deve servir para clarificar esses projetos em disputa. O ano de 2016 – ano eleitoral – poderá ser um laboratório para isso.

De nossa parte, continuaremos insistindo que o governo Dilma rompa com essa chantagem e com essa política econômica que não é a nossa. Afinal, reelegemos o projeto apontando para o emprego, a distribuição de renda, a inclusão social e a soberania nacional.

Este é o projeto que os brasileiros e brasileiras esperam.

Natal 2015

Raul Pont – Professor

Artigo publicado no Portal do PT/RS

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Frente Brasil Popular convoca mobilizações contra o golpe para o dia 16/12

Foto Portal DS
O coletivo nacional dos 66 movimentos populares, pastorais e partidos políticos que conformam a Frente colocam a necessidade do povo ir às ruas.

Da Página do MST

Reunidos na noite desta segunda-feira (7), em São Paulo, diversos representantes de movimentos populares, centrais sindicais e outros setores da sociedade civil que compõem a Frente Brasil Popular tiraram o dia de 16 de dezembro para realizar uma mobilização nacional contra o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff em curso no Congresso Nacional.

Para as mais de 60 da Frente, está em curso um processo de golpe da direita por meio de um grupo de parlamentares liderados pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Além de se colocar veementemente contra o impeachment, a Frente Brasil Popular afirma a necessidade de se retomar urgentemente uma política econômica que aprofunde as conquistas sociais, promova a retomada do desenvolvimento, da distribuição de renda, da geração de emprego e da inclusão social.

“Este é um momento de unidade de todo o povo, das forças democráticas, progressistas, na intransigente luta pelas conquistas democráticas. Conclamamos a presidenta Dilma a convocar o povo brasileiro a defender seu mandato, com este objetivo: retomar o programa vitorioso nas eleições presidenciais de 2014”.

Terminam dizendo que “para derrotar os golpistas, apoiar os democratas convictos e convencer os indecisos, a Frente Brasil Popular conclama cada brasileiro e cada brasileira a se engajar na jornada nacional de lutas Em defesa da democracia, Não vai ter golpe”.

Fonte: Portal da Democracia Socialista

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Procuradoria Especial da Mulher inaugura Sala na Câmara Municipal

Acontece nesta quinta-feira – 10 de dezembro -, às 13h30min, a inauguração da Sala da Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal de Porto Alegre. O evento será na Av. Loureiro da Silva, 255, sala 328 – Centro Histórico.

A Procuradora, vereadora Sofia Cavedon (PT), informa que hoje, 07 de dezembro – entrou no ar no site da Casa Legislativa o link (http://migre.me/slfho) para a página da Procuradoria Especial da Mulher.

Saiba mais sobre a Procuradoria Especial da Mulher da CMPA.

Arte Marta Resing